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Redes sociais são tão prejudiciais a jovens quanto o cigarro, alertam médicos

Redes sociais são tão prejudiciais a jovens quanto o cigarro, alertam médicos Crédito, Getty Images Article Information Author, Hugh Pym Role, Editor de Saúde da BBC

Redes sociais são tão prejudiciais a jovens quanto o cigarro, alertam médicos
Redes sociais são tão prejudiciais a jovens quanto o cigarro, alertam médicos
Um adolescente vestindo um uniforme escolar da Marinha, blazer, gravata e camisa branca segura um smartphone laranja à sua frente.

Crédito, Getty Images

Article Information
    • Author, Hugh Pym
    • Role, Editor de Saúde da BBC News
    • Author, Zoe Kleinman
    • Role, Editora de Tecnologia da BBC News
      e
    • Author, Liv McMahon
    • Role, Repórter de Tecnologia da BBC News
  • Published Há 43 minutos
  • Tempo de leitura: 6 min

O tempo de tela e as redes sociais são tão prejudiciais à saúde dos jovens quanto o cigarro, segundo uma organização que representa entidades médicas do Reino Unido.

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Em uma contribuição para uma consulta pública do governo sobre o uso de redes sociais por menores de 16 anos, a Academy of Medical Royal Colleges afirma que médicos devem incluir em suas consultas com pacientes jovens perguntas sobre tempo de tela e uso de redes sociais.

Não há consenso entre a comunidade científica de que o tempo de tela em geral seja prejudicial às crianças — mas os médicos dizem que, assim como não fumar ou usar cinto de segurança nos carros, a questão se tornou uma "unanimidade" da profissão.

O governo está próximo de encerrar a consulta pública que foi aberta sobre o tema para o público britânico. Leia também: Pesquisa identifica 3 tipos cerebrais diferentes de TDAH: como isso pode mudar

Proibir as redes sociais para crianças, como aconteceu na Austrália, é uma das opções que estão em análise.

Ativistas estão divididos sobre se uma proibição total de aplicativos sociais para crianças seria a melhor abordagem.

Desde março, o governo vem perguntando a pais e crianças se medidas — incluindo limites de horário para uso de aplicativos e verificações de idade mais rigorosas — melhorariam a segurança online. Algumas dessas medidas foram testadas no Reino Unido.

"A questão não é se vamos agir. Nós vamos agir", disse Kendall à BBC.

Ela afirmou que o governo avalia uma ampla gama de questões e como elas afetam as crianças. Mais de mundo

Isso pode fazer com que o Reino Unido analise mais de perto plataformas que não foram afetadas pelas restrições da Austrália, como Roblox e Discord.

Mas Kendall disse que o governo quer ouvir "todas as opiniões" da consulta, que termina esta semana.

"Temos que fazer isso da maneira certa e fazer com que dure", disse. Leia também: Quando a Ozivy, concorrente do Ozempic feita no Brasil, deve ser lançada e

As medidas em consulta pública

A consulta recebeu 70 mil contribuições de instituições de caridade, grupos ativistas e indivíduos apresentando suas opiniões sobre uma proibição ou outras intervenções.

Em sua apresentação, a Academy of Medical Royal Colleges cita como exemplos os problemas de saúde física e mental causados pela exposição a imagens de violência extrema online.

A entidade diz que deveria haver orientação para médicos e outros profissionais de saúde sobre como identificar qualquer uso inadequado ou não saudável de redes sociais e conteúdos online.

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