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PF prende deputado estadual Thiago Rangel em operação no Rio

PF prende deputado estadual Thiago Rangel em operação no Rio A operação Unha e Carne é a mesma que havia prendido o deputado estadual e ex-presidente da Alerj Rodrigo

PF prende deputado estadual Thiago Rangel em operação no Rio

PF prende deputado estadual Thiago Rangel em operação no Rio A operação Unha e Carne é a mesma que havia prendido o deputado estadual e ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar (União) SIGARIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal prendeu na manhã desta terça-feira (5) o deputado estadual do Rio de Janeiro Thiago Rangel (Avante) durante a quarta fase da Operação Unha e Carne.

Conforme a PF, a ofensiva busca desarticular uma suposta organização criminosa voltada para a prática de fraudes em compra de materiais e aquisição de serviços, como obras para reformas, no âmbito da Secretaria de Educação do estado. Leia Mais A reportagem procurou o gabinete de Rangel por email e telefone na manhã desta terça, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.

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A Polícia Federal não informou se o deputado já tem defesa constituída ou quem atua na defesa dele. A operação Unha e Carne é a mesma que havia prendido o deputado estadual e ex-presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) Rodrigo Bacellar (União) em dezembro e março. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou em março a cassação imediata do mandato de Bacellar. Leia também: EUA acusam Irã de pirataria e 10 mortes em Ormuz

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Nesta terça, policiais federais cumprem sete mandados de prisão e 23 de busca e apreensão na capital e nas cidades fluminenses de Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. As ordens judiciais foram expedidas pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Rangel e Bacellar nasceram em Campos.

Conforme a PF, as apurações revelaram um possível esquema de direcionamento das contratações realizadas por escolas estaduais para empresas previamente selecionadas e vinculadas ao grupo investigado. A corporação afirma que, além do crime de organização criminosa, os suspeitos poderão responder por peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, sem prejuízo a eventuais outros delitos que possam surgir no decorrer dos trabalhos. Em nota, a Alerj disse que está à disposição das instituições no que for necessário para colaborar no esclarecimento dos fatos.

Siga nosso canal no WhatsApp e relevantes para o seu dia " A Assembleia Legislativa reforça seu compromisso com a transparência e confiança no trabalho dos órgãos competentes", acrescentou. Notícias Mais de noticia

Operação PF PF deflagra 4ª fase da operação Unha e Carne para apurar crimes de corrupção Rio de Janeiro/RJ. Nesta terça-feira (5/5), a Polícia Federal deflagrou a quarta fase da operação Unha e Carne, com o objetivo de desarticular uma suposta organização criminosa voltada para a prática de fraudes em procedimentos de compra de materiais e de aquisição de serviços, como obras para reformas, no âmbito da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro.

Policiais federais cumprem 7 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão na capital carioca e nas cidades fluminenses de Campos dos Goytacazes, de Miracema e de Bom Jesus do Itabapoana. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal. As apurações revelaram um possível esquema de direcionamento das contratações realizadas por escolas estaduais para empresas previamente selecionadas e vinculadas à organização criminosa investigada. Leia também: Morte em Paulistana: Perícia aponta causa não natural e investiga terceiros

Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por peculato, por fraude à licitação e por lavagem de dinheiro, sem prejuízo de eventuais outros delitos que possam surgir no decorrer da investigação. A ação integra a Força-Tarefa Missão Redentor II, instituída em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635, que visa assegurar a atuação uniforme e coordenada da Polícia Federal na produção de inteligência e na repressão aos principais grupos criminosos no estado do Rio de Janeiro, com foco primário na asfixia financeira e na ruptura de suas conexões com agentes públicos. Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro scs.srrj@pf.gov.br (21)

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