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Flávia Almeida será a nova presidente: o detalhe que mais repercutiu

Flávia Almeida será a nova presidente do Masp, o Museu de Arte de São Paulo, após a saída de Heitor Martins do cargo, em setembro

Flávia Almeida será a nova presidente: o detalhe que mais repercutiu

Flávia Almeida será a nova presidente do Masp, o Museu de Arte de São Paulo, após a saída de Heitor Martins do cargo, em setembro. Ela era vice-presidente da instituição. Agora, Martins, que estava na presidência há 12 anos, será o presidente do conselho, enquanto Marcelo Hallack será o vice-presidente.

Almeida é administradora de empresas formada pela Fundação Getúlio Vargas, com MBA pela Universidade de Harvard. Ela é CEO, desde 2019, da Península Participações, a "family office " da família do bilionário Abilio Diniz. Leia também: diário oficial da união: o detalhe que mais repercutiu

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No mundo das artes, já foi diretora da Fundação Bienal, onde atualmente é conselheira, e também foi presidente do conselho do Instituto Tomie Ohtake. Alinhada à gestão de Martins, a escolha já era esperada por curadores e por membros do conselho do museu. Ela trabalhou na empresa de consultoria McKinsey & Company, da qual Martins é sócio, de 1989 a 2003.

Começou lá como trainee e foi a primeira mulher a se tornar sócia da consultoria na América do Sul. Depois, assumiu o cargo de presidente na Participações Morro Vermelho, holding da família Camargo Corrêa, e ocupou assentos em conselhos de administração de mais de 20 empresas de capital aberto ou fechado. Quando Martins assumiu o comando, o Masp era uma instituição falida, com R$ 75 milhões em dívidas, além de enfrentar problemas graves, desde a falta de luz a roubos de obras de seu acervo, que depois foram recuperadas. Mais de entretenimento

Nas contas do empresário, R$ 1,5 bilhão foi investido ali desde o início de sua gestão, um valor impensável para a realidade dos museus do país. Outros R$ 275 milhões financiaram sua nova torre, montante arrebanhado por Martins entre os maiores empresários do país, mais R$ 25 milhões foram destinados à compra do terreno atrás do museu, para uma futura expansão, e há ainda R$ 30 milhões de recursos próprios em caixa, caso sequem todas as outras fontes. Mas nem tudo foram flores. Leia também: Dono de hits como 'Don't Cha', grupo Pussycat Dolls faz show em São Paulo

O poder de Martins e o séquito magnético de financiamento que ele articulou em torno do museu detonaram críticas e desconfianças. Comentários

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