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Ler matéria →O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT) afirmou, durante o debate da Band entre candidatos ao governo de Minas Gerais neste domingo (16), que não leu integralmente o próprio plano de governo apresentado para a eleição de 2026.
A declaração ocorreu depois de uma pergunta de Gabriel Azevedo (MDB) sobre as propostas do pedetista para motoristas e entregadores de aplicativo. O candidato do MDB mencionou medidas previstas no programa de Kalil e perguntou quais seriam suas propostas para o setor.
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“Gabriel, que bom que você leu meu programa. Eu, particularmente, não li. Só li o resumo, porque eu estou me dedicando a estudar o estado com muito cuidado e debatendo pessoalmente”, respondeu Kalil. Leia também: Receita paga último lote do Imposto de Renda amanhã; veja se você tem direito
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O ex-prefeito de Belo Horizonte também contestou a afirmação de Gabriel de que teria tentado restringir a atuação de trabalhadores de aplicativos durante sua passagem pela prefeitura da capital mineira.
“Isso é mentira. Eu trouxe o Uber e o táxi para a mesa. Houve um profundo debate na época. Era um acordo difícil e complicado e foi tudo ajeitado”, afirmou.
Segundo Kalil, sua atuação na prefeitura buscou responder às mudanças provocadas pela expansão dos aplicativos de transporte. “Eu queria resolver um problema que a modernidade impôs na minha época na prefeitura”, disse.
Gabriel aproveitou a declaração sobre o plano de governo para voltar a atacar o adversário. Mais de economia
“Meu plano de governo eu li, não assino sem ler”, afirmou o candidato do MDB. Leia também: Juro médio do rotativo do cartão de crédito cai a 436,2% ao ano em julho
O confronto avançou para o comportamento de Kalil durante o debate. Gabriel acusou o ex-prefeito de não respeitar professores e criticou o uso da expressão “tom professoral” pelo adversário.
Kalil rebateu dizendo que a expressão não tinha caráter ofensivo.
“Eu tenho dois professores em casa. Eu não sou assim. Ar professoral é uma forma idiomática. Não é falar mal”, respondeu.
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