Caso Ypê: marca ganha direito de vender produtos, mas Anvisa mantém orientação para não usar Empresa entrou com recurso, mas risco à saúde ainda é incerto, aponta a vigilância sanitária A Ypê entrou com recurso na Justiça e obteve efeito suspensivo da decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que ordenou o recolhimento de 24 tipos de produtos de limpeza fabricados na unidade de Amparo (SP).
A empresa foi alvo de uma ação que verificou irregularidades na produção. Na prática, isso significa que a Ypê está liberada para vender os produtos dos lotes que a Anvisa havia mandado recolher. Apesar disso, a vigilância sanitária continua não recomendando que os consumidores façam uso desses itens, que poderiam trazer consequências imprevistas à saúde.
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Mesmo com os recursos, a própria Ypê anunciou a decisão de manter a produção de novos itens interrompida enquanto o caso é esclarecido. O que fazer com itens que a Anvisa contraindica A Anvisa mantém a orientação de que os produtos não sejam utilizados.
Para identificar se o que você tem em casa faz parte da lista sob suspeita, consulte o número do lote: todos aqueles encerrados em 1, independentemente da data de fabricação, devem ser evitados. Se você tiver um desses produtos em casa, não utilize e não descarte por conta própria. Mantenha o recipiente fechado e em um local que crianças e animais de estimação não possam acessar, e entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Ypê
O contato é pelo telefone 0800 1300 544 ou pelo e-mail sac@ype.ind.br. Confira outras recomendações neste link. Quais os riscos de uso Mais de saude
A Anvisa determinou a suspensão da venda e o recolhimento dos produtos Ypê saídos da unidade de Amparo após identificar falhas no controle de qualidade da fábrica. Segundo a agência: Leia também: Entrevista ganha destaque após novo desdobramento em entrevista: a mão
Durante a inspeção, foram constatados descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade. Os problemas identificados comprometem o atendimento aos requisitos essenciais de Boas Práticas de Fabricação (BPF) de saneantes e indicam risco à segurança sanitária dos produtos, com possibilidade de ocorrência de contaminação microbiológica (presença indesejada de microrganismos patogênicos). Em novembro, alguns produtos da Ypê haviam sido recolhidos devido à contaminação pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode trazer problemas de saúde, principalmente, a pessoas com comprometimento imunológico.
É importante observar que essa contaminação específica não foi observada agora. Em vez disso, a decisão da Anvisa foi motivada por falhas sistemáticas e graves na fabricação, que podem trazer riscos imprevisíveis à saúde dos consumidores ao abrir margem para novas contaminações por micróbios diversos.
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