No dia , na Baixada Santista, Débora Maria da Silva reuniu a família para celebrar mais um Dia das Mães com os três filhos. No entanto, sua alegria ruiu: seu primogênito, o gari Edson Rogério Silva dos Santos, então com 29 anos, foi assassinado na Baixada Santista, segundo a Agência Brasil. Leia também: Anvisa decide nesta quarta sobre suspensão de lotes Ypê após falhas
O que aconteceu
Naquele momento, o estado de São Paulo enfrentava uma de suas histórias mais brutais. Ataques coordenados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) e uma reação promovida por agentes policiais e grupos de extermínio ocorridos entre os dias 12 e 21 de maio levaram à morte mais de 500 pessoas, de acordo com a Agência Brasil.
Consequências
A ofensiva começou com rebeliões de presos em 74 penitenciárias do estado e, logo depois, chegou às ruas, quando viaturas, delegacias de polícia, prédios públicos e agentes policiais passaram a ser alvos do PCC, segundo a Agência Brasil.
Reflexões
20 anos depois, famílias e especialistas refletem sobre os eventos. "Nossos filhos pagaram por uma guerra que não era deles", diz Débora Maria da Silva, mãe de uma das vítimas, de acordo com a Agência Brasil. Leia também: Gusttavo Lima Domina Palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 Mais de noticia
O que se sabe até agora
- Mais de 500 pessoas morreram nos ataques.
- A maioria das vítimas era jovem, negra e morava na periferia.
- A família de Edson Rogério Silva dos Santos ainda busca justiça.
- Especialistas consideram os Crimes de Maio um dos eventos mais brutais da história de São Paulo.
Os Crimes de Maio tiveram um impacto profundo na sociedade brasileira, destacando a necessidade de justiça e direitos humanos. A luta pela truth e justiça continua, e é importante lembrar os eventos para evitar que aconteçam novamente.
