Anthropic quer chips da Microsoft para driblar dependência da Nvidia Startup pode usar servidores equipados com processadores da dona do Windows. Acordo mira diversificar a infraestrutura do Claude. Startup pode usar servidores equipados com processadores da dona do Windows.
Acordo mira diversificar a infraestrutura do Claude. A Anthropic teria iniciado conversas com a Microsoft para alugar servidores equipados com chips de IA desenvolvidos pela gigante de software. O movimento buscaria dar vazão à explosão na demanda global pelo chatbot
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Claude. Segundo o The Information, a parceria também serviria como combustível para a dona do Windows consolidar sua própria divisão de semicondutores. As negociações ainda estariam em estágio inicial e podem não resultar em contrato definitivo.
Caso o acordo seja selado, a Microsoft se aproximará de um modelo já explorado por rivais diretos, como o Google. A resposta envolve independência. Atualmente, o mercado de IA vive sob uma espécie de monopólio técnico da Nvidia.
Os chips da companhia liderada pelo CEO Jensen Huang são os mais eficientes para treinar e rodar grandes modelos de linguagem (LLMs). No entanto, a indústria lida com a baixa disponibilidade de componentes e preços proibitivos. Para uma startup do tamanho da Anthropic, depender só da Nvidia virou um risco.
Para blindar sua operação, a criadora do Claude já adota uma estratégia bem definida: a empresa possui contratos com a Amazon e o Google, utilizando os chips personalizados dessas big techs. Incluir a infraestrutura da Microsoft na lista concede à Anthropic mais flexibilidade frente à concorrência. Também vale lembrar que a Microsoft estreitou seus laços com a Anthropic ao integrar os modelos Mais de tecnologia
Claude em produtos comerciais, incluindo o Copilot. Essa aproximação permite que a gigante de tecnologia diversifique seu portfólio além da parceria exclusiva com a OpenAI. Caso as tratativas avancem, o plano é que as cargas de processamento da Anthropic rodem no Maia 200, o chip de IA de segunda geração apresentado pela Microsoft em janeiro deste ano. Leia também: Motorola Edge 70 baixa mais de 50% com cupom de R$ 1.000 OFF no Mercado Livre
O chip é fabricado pela TSMC utilizando o processo de 3 nanômetros. Os engenheiros da Microsoft carregaram o componente com uma quantidade massiva de SRAM (memória estática de acesso aleatório). Essa arquitetura reduz o tempo de resposta quando os servidores precisam processar milhares de requisições simultâneas.
O calcanhar de Aquiles são os módulos de memória de alta largura de banda (HBM) de uma geração mais antiga, deixando o chip numericamente mais lento que os futuros processadores Vera Rubin anunciados pela Nvidia. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }
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