O chinês formado em universidade de elite que é acusado de ser o 'rei
Ler matéria →Você consegue identificar um rosto feito com inteligência artificial? Faça o teste e descubra

- Author, Calum Watson
- Role, Da BBC Escócia
- e
- Author, Aimee Stanton
- Role, Da unidade de visualização de dados da BBC Escócia
- Published 13 julho 2026, 18:02 -03Atualizado Há 18 minutos
- Tempo de leitura: 6 min
A psicóloga Clare Sutherland segura duas fotografias grandes. Uma mostra o rosto de um membro de uma universidade australiana que lidera uma pesquisa internacional; a outra é um deepfake gerado por inteligência artificial (IA).
A IA tornou-se tão competente na criação de imagens realistas que está cada vez mais difícil perceber o que é real e o que não é.
Leia no AINotícia: Mundo: Resumo de Notícias Internacionais da Semana
Essa é uma questão que Sutherland, da Universidade de Aberdeen, na Escócia, têm analisado em parceria com outros pesquisadores.
Mas, antes de revelarmos a resposta, faça este teste— e anote sua pontuação.
Se você achou difícil, não está sozinho. Leia também: Chesley Sullenberger, piloto que pousou avião no rio Hudson, em Nova York
Antigamente era muito mais fácil identificar criações visuais geradas por computador— muitas vezes usadas por golpistas— porque a IA cometia erros, como adicionar um dedo extra ou algum outro detalhe obviamente estranho.
Mas a IA aprende com seus erros.
"O treinamento baseado em elementos visuais, como procurar um sexto dedo ou brincos estranhos, teve sucesso limitado, em parte porque a IA está ficando boa demais, e os golpistas podem evitar usar imagens com falhas óbvias de qualquer forma", explicou a professora australiana Amy Dawel.
A imagem do homem é a falsa.
Dawel é diretora do Laboratório de Emoções e Expressões Faciais da Universidade Nacional da Austrália. Mais de mundo
Como identificar as falsificações?
Sutherland lidera a pesquisa baseada no Reino Unido na Universidade de Aberdeen.
"Então pensamos: OK, seria realmente interessante ver se conseguiríamos ensinar isso a outras pessoas também", disse ela.
Os participantes foram testados antes e depois de receber treinamento. Leia também: Trump ameaça atacar usinas e pontes do Irã na próxima semana se não houver
Como foi o treinamento?
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Os pesquisadores treinaram os participantes dos estudos chamando atenção para seis qualidades perceptivas:
- Simetria — A IA frequentemente falha em recriar as peculiaridades que nos tornam humanos — uma pálpebra levemente caída ou um sorriso torto. "Se parece bom demais para ser verdade, provavelmente não é."
- Proporcionalidade — Um conceito semelhante. Narizes muito grandes ou orelhas salientes não são características típicas de imagens deepfake.
- Atratividade — "Os rostos gerados por IA tendem a parecer mais atraentes", explica Sutherland. "Esse aspecto é mais subjetivo, um julgamento estético, mas a IA frequentemente cria rostos que são agradáveis de olhar."
- Memorabilidade — "Eles frequentemente parecem menos memoráveis — são difíceis de lembrar."
A IA também tende a ser menos competente na recriação de rostos de pessoas não brancas, mais velhas ou mais jovens, porque uma parcela maior de seu treinamento envolve pessoas brancas e jovens.
Algumas dessas dicas podem parecer bastante semelhantes e "vagas"— mas é exatamente essa a ideia.


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