Fifa alerta para possibilidade de atraso de partidas da Copa do Mundo deste
Ler matéria →
O Ministério Público de São Paulo denunciou, a vice-prefeita afastada de Ribeira (SP), Juliana Maria Teixeira da Costa (MDB), por suposto desvio de R$ 41,2 mil dos cofres públicos para pagar parte de um trabalho espiritual voltado a separar um coordenador municipal de Saúde de sua esposa, segundo denúncia do Ministério Público de São Paulo. As informações são do g1.
Segundo as investigações, a responsável pelo ritual afirma que a política também pediu um procedimento para adoecer a mulher do suposto amante.
Leia no AINotícia: Economia: Panorama de Notícias Internacionais e Tecnologia Leia também: Haiti e Turquia são eliminados da Copa antes da última rodada; entenda o motivo
À polícia, a contratada narrou que a política buscava afastar a esposa de um homem com quem mantinha relacionamento extraconjugal e chegou a solicitar um trabalho para que a rival adoecesse.
Baixe agora!
A mentora espiritual, que atua em Fortaleza (CE), afirmou ao g1 que conheceu Juliana pelas redes sociais em agosto de 2024. Segundo seu relato, a contratação envolvia um ritual descrito como “casamento espiritual definitivo”, destinado a garantir a separação do então coordenador municipal de Saúde, Lauro Olegário da Silva Filho, de sua esposa.
“O pedido envolvia dominação amorosa, afastamento da rival e o adoecimento da esposa dele”, afirmou Samantha. Segundo ela, o valor combinado para o trabalho seria de R$ 380 mil, mas apenas R$ 41,2 mil foram pagos. Mais de economia
A denúncia veio à tona após a própria mentora expor o caso publicamente. Ela afirma que decidiu cobrar o restante do valor após ter sido bloqueada por Juliana. Ao investigar quem era sua cliente, descobriu que ela ocupava o cargo de vice-prefeita. Em seguida, publicou nas redes sociais imagens relacionadas à negociação, incluindo um comprovante de pagamento vinculado à empresa W.F. Leia também: Fifa alerta para possibilidade de atraso de partidas da Copa do Mundo deste
Foi justamente essa identificação que chamou a atenção dos investigadores. Segundo o Ministério Público, a transferência teria sido realizada por uma empresa que mantinha contratos com a administração municipal, levantando suspeitas de desvio de recursos públicos.
Tópicos relacionados
- Mercados
- Justiça
- Prefeita
- São Paulo
Marina Verenicz
Leia também no AINotícia
- Fifa alerta para possibilidade de atraso de partidas da Copa do Mundo desteEconomia · agora
- Haiti e Turquia são eliminados da Copa antes da última rodada; entenda o motivoEconomia · agora
- João Fonseca conhece chave do ATP 250 de EastbourneEconomia · 4h atrás
- Polícia prende novos suspeitos por morte de jovem em salto de rope jumpEconomia · 4h atrás


