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Vice de Trump diz ver um futuro juntos e em paz com o Irã e fala em 'virar

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse neste domingo (21), na abertura das negociações sobre o programa nuclear iraniano, na Suíça, que os EUA veem um

Vice de Trump diz ver um futuro juntos e em paz com o Irã e fala em 'virar a

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse neste domingo (21), na abertura das negociações sobre o programa nuclear iraniano, na Suíça, que os EUA veem um futuro em paz com o Irã e que acredita que os dois países podem seguir " juntos ".

O vice-presidente do EUA disse ainda que chegou às tratativas com um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, para que os EUA "virem a página para transformar a relação com o Irã". " Nós vemos agora um futuro juntos no qual todos podemos trabalhar para promever a paz e a prosperidade", declarou Vance. "

Leia no AINotícia: Mundo em foco: panorama

O presidente Trump nos pediu que viremos a página para um novo capítulo para transformar nossa relação com o povo do Irã. Vance falou na abertura das conversas, as primeiras entre os dois países após o acordo firmado entre EUA e Irã para o fim da guerra no Oriente Médio. As negociações ocorrem em Zurique, na Suíça. Leia também: Que tipo de Colômbia representam De la Espriella e Cepeda, adversários no 2º

Além de Vance, participam também o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, e membros dos governos do Paquistão e do Catar, além de outros (leia mais abaixo). Segundo a Reuters, fontes próximas à equipe de negociação informaram que a primeira rodada de conversas desta manhã foi concluída. A imprensa iraniana afirmou que o Irã presentou um protesto junto aos Estados Unidos e agora está avaliando as opções após as ameaças de Trump.

Encontro em Zurique O vice-presidente dos EUA, JD Vance, e membros do alto escalão de Teerã se encontraram em Zurique, na Suíça. Vance chegou ao país europeu nesta manhã, acompanhado de Jared Kushner, genro de Donald Trump e um dos chefes das negociações com o Irã, e o enviado especial de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff.

Do lado iraniano, também foram para Zurique, segundo a imprensa estatal do país persa:- O chanceler iraniano, Abbas Araqchi;- O negociador-chefe e presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, uma das principais figuras do governo iraniano;- O governador do Banco Central Abdolnaser Hemmati, informou a TV estatal iraniana. O presidente do Parlamento iraniano e chefe das negociações com os EUA, Mohammed Ghalibaf, chega a Zurique, na Suíça, para negociações com os EUA, em.—

Foto: Hamed Malekpour/ Escritório da presidência do Parlamento iraniano/WANA via Reuters O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse esperar avanço nas negociações com as conversas deste domingo. " Mais de mundo

Espero que os envolvidos nas negociações consigam fazer o processo avançar com sucesso", disse Pezeshkian. 👉 O acordo, também chamado de "memorando de entendimento", assinado nesta semana prevê um prazo de 60 dias para um acordo final focado no programa nuclear iraniano e no levantamento das sanções contra a economia do país. Leia também: Por que o pênis é um termômetro da saúde masculina

Segundo Berna, as conversas preparatórias começaram hoje. Acordo 'em risco' Mas as conversas ocorrem em meio a novas trocas de ameaças. O porta-voz da diplomacia iraniana alertou os Estados Unidos que o acordo estará "em risco" se suas cláusulas não forem aplicadas, referindo-se à situação no Líbano, onde Israel e o Hezbollah se enfrentam.

Já o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou neste domingo voltar a atacar o Irã caso Teerã não contenha o Hezbollah— o grupo terrorista, embora libanês, é financiado pelos EUA. No sábado (20), o comando militar central do Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz em resposta a ataques de Israel no sul do Líbano, por considerá-los uma violação do seu acordo com os Estados Unidos. Uma autoridade do Exército de Israel informou, também no sábado, que as forças armadas receberam da cúpula política do país uma ordem para interromper os combates no sul do Líbano, onde suas tropas enfrentam o movimento pró-Irã Hezbollah, apesar de um cessar-fogo em vigor.

" As FDI receberam diretrizes atualizadas dos níveis políticos para interromper o fogo", disse o funcionário, o qual explicou que as tropas "não estão realizando ataques proativos", e sim atuam "de forma defensiva dentro da zona de segurança" no sul do Líbano.

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