Ambev (ABEV3) frustra projeções no 2º tri, apesar de lucro forte; ação tem queda
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As ações da Usiminas (USIM5) ingressam a sessão desta quinta-feira (30) com as atenções voltadas aos números reportados no segundo trimestre, quando a companhia viu seu lucro mais do que triplicar.
Do ponto de vista da análise técnica, o fluxo vendedor ainda predomina no gráfico diário, enquanto o semanal mostra uma correção após a expressiva valorização acumulada pela ação no primeiro semestre.
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Dessa forma, o balanço pode ampliar a volatilidade do papel e provocar movimentos mais intensos, inclusive com rompimentos ou perdas temporárias de níveis técnicos relevantes.
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Análise técnica Usiminas (USIM5)
Pelo gráfico diário, com base no fechamento da sessão anterior ao balanço (29/7), observo que a Usiminas permanece em movimento de baixa e negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Leia também: Rubio: No fim, será preciso momento de transição na Venezuela, com eleições
Como as cotações ainda estão próximas dessas referências, uma retomada acompanhada por volume comprador poderá sinalizar uma tentativa de recuperação, mas, até o momento, o viés continua predominantemente vendedor.
Para que o cenário técnico comece a melhorar, considero necessário recuperar as médias móveis e superar inicialmente a resistência em R$ 8,89. Acima desse patamar, o papel poderá avançar em direção a R$ 10,35, com objetivos posteriores em R$ 12,18, R$ 12,89, R$ 14,15 e R$ 15,36.

No campo negativo, a perda do suporte em R$ 7,73 poderá reforçar o movimento corretivo e levar o ativo a testar R$ 6,81. Caso essas regiões sejam rompidas com aumento do volume vendedor, a queda poderá ganhar intensidade, abrindo espaço para os suportes de R$ 6,00, R$ 5,59 e R$ 5,15.
O IFR de 14 períodos está em 42,59 pontos, dentro da zona neutra, sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda. Assim, embora a proximidade das médias mantenha aberta a possibilidade de reação, minha leitura ainda favorece a continuidade da correção enquanto o papel permanecer abaixo dessas referências e de R$ 8,89.
Suportes: R$ 7,73; R$ 6,81; R$ 6,00; R$ 5,59; R$ 5,15. Mais de economia
Resistências: R$ 8,89; R$ 10,35; R$ 12,18; R$ 12,89; R$ 14,15; R$ 15,36.
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Análise de médio prazo
No acumulado de 2026, as ações da Usiminas registram valorização de 39,33%, negociadas atualmente a R$ 8,29. Pelo gráfico semanal, observo que o papel atravessa uma correção após a forte alta do primeiro semestre, que levou as cotações até a resistência de R$ 12,18. Desde então, o ativo passou por realização de lucros e perdeu parte do avanço anterior. Leia também: Opep+ acerta aumento de 188 mil barris por dia na produção de petróleo
A ação negocia ligeiramente abaixo das médias móveis, mas permanece próxima dessas referências. Para que o cenário volte a favorecer os compradores, considero importante recuperar a região das médias e superar inicialmente R$ 8,70. A confirmação acima desse nível poderá abrir espaço para uma nova tentativa de avanço até a máxima do ano, em R$ 12,18.

O rompimento de R$ 12,18, preferencialmente acompanhado por maior volume comprador, fortaleceria a estrutura de alta e permitiria projetar movimentos em direção a R$ 12,89, R$ 15,36 e R$ 18,32. Por outro lado, a perda dos suportes em R$ 8,07 e R$ 7,15 poderá ampliar a pressão vendedora, com possibilidade de quedas até R$ 6,08, R$ 5,15, R$ 4,21 e R$ 3,90.
O IFR de 14 períodos está em 51,61 pontos, dentro da zona neutra, indicando equilíbrio entre compradores e vendedores. Minha leitura para o médio prazo permanece cautelosa: a recuperação das médias poderá reativar o fluxo comprador, enquanto a perda de R$ 8,07 e R$ 7,15 aumentará o risco de continuidade da correção.
Suportes: R$ 8,07; R$ 7,15; R$ 6,08; R$ 5,15; R$ 4,21; R$ 3,90.
Resistências: R$ 8,70; R$ 12,18; R$ 12,89; R$ 15,36; R$ 18,32.
Guias de análise técnica:
- O que é uma linha de tendência na análise gráfica?
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