Palmeiras x Fortaleza: Onde assistir à Copa do Brasil?
Ler matéria →Arábia Saudita, Rússia e outros cinco membros da Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) decidiram aumentar a produção de petróleo em 188 mil barris por dia no mês de setembro em reunião neste domingo (2). A decisão é uma reação ao conflito entre Estados Unidos e Irã, que afeta os preços do petróleo globalmente. "
Os sete países participantes [da organização] decidiram ajustar a produção para mais 188 mil barris diários", afirma o comunicado da Opep. O aumento, decidido pelos países-chave da entidade e seus aliados, era esperado por analistas do mercado. "
Leia no AINotícia: Economia e Política: O que movimentou o cenário nesta quarta-feira Leia também: Sobe para 72 número de mortos devido à chegada de migrantes em Ceuta
A Opep+ terminou seus cortes voluntários. O próximo desafio é administrar o excedente que pode surgir à medida que os fluxos de exportação sejam normalizados", afirmou Jorge León, analista da Rystad Energy. Ele advertiu, no entanto, que "a decisão de hoje muda pouco a curto prazo, já que [o Estreito de]
Hormuz continua restrito. O verdadeiro impacto no mercado acontecerá com a retomada dos fluxos normais de exportação". Os países do Golfo enfrentam dificuldades para aumentar as exportações devido ao fechamento do Estreito de Hormuz por parte do Irã durante a guerra com os Estados Unidos, apesar de um breve aumento do tráfego marítimo após a assinatura, em junho, de um memorando de entendimento entre Teerã e Washington.
Muitos membros da Opep+ não conseguem atingir suas metas oficiais de produção devido a uma menor capacidade produtiva. Por isso, elevar as metas traz pouco efeito prático, avalia Giovanni Staunovo, analista do UBS. Possível pausa
O aumento de setembro, definido por sete dos países da Opep+ (Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã), completa a retirada do segundo dos três pacotes de cortes de produção introduzidos pela organização. " Uma vez concluída a campanha de restabelecimento, a Opep+ tem poucos incentivos para se apressar e introduzir novas mudanças na oferta. Mais de economia
Nossa hipótese básica é uma pausa no quarto trimestre, enquanto o grupo se prepara para as negociações sobre as cotas de 2027", afirmou Jorge León. " No momento, a situação geopolítica está mascarando a dimensão do aumento da oferta. Leia também: Sem Ibaneis, Celina Leão lança candidatura ao GDF e defende seus 4 meses
Isso ficará muito mais claro com a normalização dos fluxos de exportação", acrescentou. Alguns países-membros, como o Iraque, expressaram o desejo de aumentar significativamente a produção. A Rússia, no entanto, enfrenta vários ataques de drones ucranianos contra sua infraestrutura de petróleo, o que reduziu a produção, que atualmente está próxima de nove milhões de barris diários, abaixo da meta de 9,8 milhões de barris por dia.
Entre o final de 2022 e 2023, a Opep+ começou a se preocupar com a queda dos preços do petróleo e concordou em executar cortes em três rodadas distintas, reduzindo a produção total em quase seis milhões de barris por dia. Mas Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia, Omã e Emirados Árabes Unidos —antes da saída do EAU do grupo em 1º de maio— mudaram de estratégia e decidiram aumentar gradualmente a produção a partir de 2025. Comentários
Leia também no AINotícia
- Palmeiras x Fortaleza: Onde assistir à Copa do Brasil?Economia · agora
- Sem Ibaneis, Celina Leão lança candidatura ao GDF e defende seus 4 mesesEconomia · agora
- “Nem chineses nem americanos vão meter a mão nas nossas terras raras”, diz LulaEconomia · agora
- Opep+ acerta aumento de 188 mil barris por dia na produção de petróleoEconomia · 4h atrás

