Trump é retirado de jantar após tiros nos EUA
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado às pressas de um jantar anual com correspondentes da Casa Branca em Washington na noite de sábado, após disparos serem ouvidos no local. O incidente interrompeu o evento, que reunia autoridades e jornalistas. Um homem que teria iniciado os disparos foi detido por agentes do Serviço Secreto. Leia também: Avião cai em clube de Marília e mata dois pilotos; vídeo mostra desespero
Agente do Serviço Secreto é atingido, mas passa bem
Um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos foi atingido por um dos tiros disparados durante o jantar. Segundo informações apuradas pelas agências de notícias Associated Press (AP) e Reuters, com base em fontes policiais, o agente usava um colete à prova de balas, o que evitou ferimentos mais graves. Ele passa bem, de acordo com os relatos.
Jantar adiado e cerimônia interrompida
O evento, uma tradição presidencial em que o chefe de Estado se encontra com a imprensa que cobre a Casa Branca, ocorreu em um hotel na capital americana. Testemunhas relataram ouvir diversos disparos e sons de explosões. O presidente Trump chegou a sugerir a retomada do jantar, mas acatou as recomendações do Serviço Secreto para deixar o local. A organização do evento confirmou que ele será remarcado para até 30 dias após o ocorrido.
O que se sabe até agora
- O presidente Donald Trump participava de um jantar com jornalistas correspondentes da Casa Branca quando tiros foram ouvidos.
- Ele foi retirado às pressas do evento por agentes do Serviço Secreto.
- Um agente do Serviço Secreto foi baleado, mas estava com colete à prova de balas e passa bem.
- O atirador, ainda não identificado, foi detido no local.
- O jantar, realizado em um hotel em Washington, foi interrompido e será remarcado.
- Participavam do evento também o vice-presidente J.D. Vance, a primeira-dama Melania Trump e o secretário de Estado Marco Rubio.
O incidente em um evento de grande visibilidade como o jantar de correspondentes da Casa Branca, que pela primeira vez teve um tiroteio, levanta questões sobre a segurança em eventos públicos de alto perfil e a interação entre o presidente e a imprensa em um ambiente que tradicionalmente é de diálogo.





