O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que as negociações para encerrar a guerra com o Irã estão “muito perto de um acordo muito bom”. A informação foi divulgada pelo perfil da Casa Branca na rede social X (antigo Twitter), em trecho de entrevista à Fox News. Trump enfatizou que, caso não haja entendimento, os EUA estão prontos para uma “ação militar”, que seria um caminho “mais rápido”. Leia também: Apostas de Palmas e Fortaleza acertam a quina da Mega-Sena 3013
Busca por acordo e humanitarismo
Segundo o presidente americano, o acordo em questão tem motivações humanitárias, com o objetivo de “salvar muitas vidas”. Trump comparou a situação com operações anteriores, citando a Venezuela como um exemplo de “vitória de um dia”, e afirmou que o exército iraniano já estaria, em essência, derrotado. Uma das expectativas com o acordo seria a abertura imediata do Estreito de Ormuz, crucial para o comércio global de energia.
Ameaça militar e preparo do Pentágono
Apesar do otimismo em relação ao acordo, Trump advertiu que a única garantia que ele possui é a de que o Irã não desenvolverá armas nucleares, algo com que os iranianos teriam concordado. Ele descreveu os negociadores como “muito difíceis” e o processo como lento, mas assegurou que os EUA estão conseguindo o que desejam gradualmente. Caso as negociações falhem, Trump indicou que o conflito seria resolvido de “uma forma diferente”. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, corroborou a posição, afirmando que o país está mais do que preparado para retomar ataques ao Irã se necessário, com estoques adequados para tal (de acordo com o G1).
Contexto da guerra e impactos econômicos
A guerra, que teve início em 28 de fevereiro, foi iniciada pelos Estados Unidos e Israel, e já resultou em milhares de mortes, especialmente no Irã e no Líbano. O conflito tem gerado impactos significativos na economia global, com a elevação dos preços da energia devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz pelo Irã. Uma proposta em discussão prevê a extensão de uma trégua iniciada no começo de abril por mais 60 dias, para dar tempo aos negociadores buscarem um acordo permanente (segundo o G1). Leia também: Nattan pede desculpas e anuncia retorno gratuito Mais de noticia
O que se sabe até agora
- O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que um acordo com o Irã para encerrar a guerra está próximo.
- Trump ameaçou com uma ação militar caso as negociações não avancem, mas ressaltou que um acordo salvaria vidas.
- A guerra entre EUA/Israel e o Irã começou em 28 de fevereiro e já causou milhares de mortes.
- A abertura do Estreito de Ormuz é um dos pontos de interesse no possível acordo.
- O secretário de Defesa dos EUA assegurou a capacidade militar do país para retomar ataques.
- Uma trégua de 60 dias está em pauta para viabilizar negociações por um acordo permanente.
A possibilidade de um acordo, ou a iminência de uma nova escalada militar, representa um momento crítico para a estabilidade regional e global, com fortes implicações econômicas, especialmente para o setor energético. A decisão final de Trump sobre o curso das negociações será crucial para determinar o futuro do conflito e suas consequências.
