O tradicional jantar de correspondentes da Casa Branca, realizado em Washington neste sábado (25), foi interrompido abruptamente por sons de tiros, levando à retirada apressada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do local. Um suspeito foi detido por agentes do Serviço Secreto, segundo informações divulgadas.
O evento, que reúne o presidente americano e jornalistas que cobrem a Casa Branca, foi paralisado quando disparos foram ouvidos no salão onde ocorria a cerimônia. Por recomendação do Serviço Secreto, Donald Trump foi imediatamente retirado do local, como relataram diversas fontes (G1). O próprio presidente afirmou em sua rede social que pediu a retomada do evento, mas que seguiria as orientações das autoridades policiais. Leia também: Trump é retirado de jantar após tiros em hotel nos EUA
Apesar do incidente, a presidência do jantar anunciou que o evento seria retomado ainda na noite de sábado. A jornalista Weijia Jiang, presidente do evento, comunicou aos correspondentes presentes que mais informações sobre o ocorrido seriam fornecidas em breve. A organização confirmou que o jantar prosseguirá (G1).
Segundo o presidente Trump, o indivíduo responsável pelos disparos foi detido pelas forças de segurança. Relatos iniciais da imprensa norte-americana indicam que o homem que efetuou os tiros foi morto por agentes do Serviço Secreto (G1). As circunstâncias exatas do incidente e a identidade do suspeito ainda estão sob investigação.
Este incidente levanta questões sobre a segurança em eventos de alto perfil em Washington e a eficácia dos protocolos de proteção para figuras públicas. A retomada do jantar, mesmo após a ocorrência, demonstra a resiliência esperada em tais situações, embora o impacto do evento de segurança permaneça um ponto de atenção.
Evento anual tradicional na Casa Branca foi paralisado , levando à retirada apressada do presidente Donald Trump e à posterior detenção de um suspeito.