Disputa eleitoral se dá em deserto de ideias
Ler matéria →Os servidores do Banco Central voltaram a defender a cobrança de uma Taxa de Fiscalização do Sistema Financeiro para custear as atividades do órgão. A discussão é retomada em meio às discussões sobre autonomia financeira do órgão.
A taxa seria cobrada das instituições supervisionadas pelo BC de forma proporcional ao porte da instituição. A base de cálculo usada seriam os ativos financeiros do banco. A proposta se baseia na taxa hoje cobrada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de companhias, fundos e assessores sujeitos ao órgão. Leia também: Datafolha: Lula lidera com 41% no 1º turno, e Flávio Bolsonaro tem 31%
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O sindicato afirma que a estimativa inicial aponta que a taxa da CVM, de 0,01% renderia algo em torno de R$ 2 bilhões para o Banco Central. A cobrança, no entanto, depende de aprovação de lei pelo Congresso Nacional. O sindicato que representa os servidores argumenta que a proposta é um instrumento de fortalecimento institucional do BC, mas pondera que uma eventual taxa não representaria tarifas cobradas dos usuários nem mudanças na gratuidade do Pix. Mais de politica
A entidade justifica que o crescimento do sistema financeiro exige fontes estáveis de financiamento para as atividades de supervisão, desenvolvimento tecnológico, segurança cibernética e modernização institucional do órgão. Comentários Leia também: 'Misantropia': Conselho de Direitos Humanos aciona MPF para apuração

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