
Multicampeão, agregador e fã do futebol brasileiro. O técnico que conduzirá a seleção em busca do hexa é um italiano que parece maior do que os craques do elenco.
No 2º episódio do "Seleção com Galvão", nomes como Cafu, Branco, Rivellino, Parreira e Kaká falam sobre Carlo Ancelotti. A entrevista foi produzida pelo NSports.
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O "Seleção com Galvão" vai ao ar no perfil do UOL Esporte no Instagram, e a série de entrevistas de Galvão Bueno será publicada diariamente no YouTube do UOL Esporte, entre os dias 30 de maio e 5 de junho.
As virtudes de Ancelotti
Carlo Ancelotti chegou ao Brasil com a responsabilidade de liderar a seleção mais vezes campeã do mundo diante de um incômodo tabu de 24 anos sem ganhar a Copa. Leia também: Levantadora Bruninha mira vaga na seleção principal e VNL após retorno
Ele vai dar o padrão de jogo, o esquema tático e a execução cabe a nós Ele é muito bom em fazer os meninos jogarem sem individualismo. Ele sempre priorizou o coletivismo dos times
Cafu, capitão do penta
Galvão Bueno chama a atenção para o fato de o nome "Carlo Ancelotti" trazer mais autoridade do que os atuais jogadores da seleção.
"Muita gente fala que ele é maior. E que isso é bom", alerta Galvão.
Essa autoridade dá uma consistência muito grande para o time. Ele sabe fazer o 'dia da pancada' e o dia que ele perdia para o Ronaldo, Serginho... Mais de esporte
Kaká, presente em três Copas e melhor do mundo em 2007
Antes da chegada de Ancelotti, a discussão no Brasil girava em torno da polêmica "técnico da casa X técnico estrangeiro". Leia também: Futebol Brasileiro: Base e Regional Agitam Primeira Quinzena de Junho
"Muita gente queria um técnico estrangeiro. E a gente só foi campeão com brasileiros. Mas a CBF escolheu o ideal. O Ancelotti é muito simples, humilde. Os grandes caras que eu conheci foram os mais simples e respeitadores. E o Carlo é deste estilo: agregador" (citação)
Branco, lateral do Brasil em três Copas
Ancelotti encontrou um calendário apertado, Neymar em um momento de hiato na carreira, uma nova língua e a desconfiança de uma nação de técnicos.
"O importante é o treinador ter um princípio, filosofia, saber o que quer. Cada jogo é um treino [na seleção]", afirma Carlos Alberto Parreira, comandante do tetracampeonato.
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