← Saúde
Saúde

Saúde em campo ganha destaque após novo desdobramento em saúde em campo: 9

Saúde em campo: 9 lesões e incidentes médicos que marcaram a história da Copa do Mundo Edição 2026 começa nesta quinta-feira (10) e já foi marcada por cortes de jogador

Saúde em campo ganha destaque após novo desdobramento em saúde em campo: 9

Saúde em campo: 9 lesões e incidentes médicos que marcaram a história da Copa do Mundo Edição 2026 começa nesta quinta-feira (10) e já foi marcada por cortes de jogador machucado pela Seleção Brasileira nas vésperas do torneio A Copa do Mundo nem tinha começado e as manchetes sobre problemas físicos envolvendo atletas já dominavam as capas de jornais e portais. Wesley, lateral da seleção, sofreu uma lesão de grau 3 na coxa e precisou ser cortado.

Neymar tenta se recuperar de um problema semelhante, embora menos grave, e é dado como desfalque certo pelo menos na estreia brasileira, dia 13, contra o Marrocos. Quando o torneio começar, infelizmente é bem provável que novas notícias assim se acumulem. Enquanto médicos alertam que o calorão do verão norte-americano vai expor os atletas a riscos inéditos, lesões ocorridas na Copa são uma fatalidade em qualquer clima.

Leia no AINotícia: Saúde: Panorama Semanal - Alertas, Tendências e Cuidados Familiares

Lembre a seguir algumas das mais marcantes da história do torneio, seja pelo que significaram para os jogadores envolvidos ou para o desfecho da competição. 1958: a fratura que ajudou o Brasil a levar a primeira estrela Jogo: Brasil 5×2 França, pela semifinal Ninguém pode dizer com certeza o que seria do primeiro título do Brasil em Copas sem uma lesão providencial ocorrida nas semifinais: talvez nossa seleção avançasse mesmo assim, mas é certo que a fratura do zagueiro e capitão francês Robert Jonquet mudou completamente a dinâmica da partida.

O acidente ocorreu aos 35 minutos do primeiro tempo, quando o placar ainda era 1 a 1: Jonquet se chocou com Vavá e sofreu uma fratura na fíbula. Dali por diante, um desastre total para os franceses: o Brasil logo fez 2 a 1 enquanto o adversário seguia em atendimento médico. Na época, não existiam substituições, e Jonquet até voltou a campo no segundo tempo só para fazer número.

Na prática, os franceses passaram a jogar com 10, e Pelé fez outros três gols para levar o Brasil à decisão com direito a goleada. Apesar de decisiva para a partida, a lesão não mudou tanto assim os rumos da carreira do já veterano Jonquet: após cinco meses de reabilitação, ele atuou por outras quatro temporadas, aposentando-se aos 37 anos, na metade de 1962. 1962: Leia também: Síndrome do bebê sacudido: o que é, como identificar e o que fazer

Copa dura um jogo e meio para Pelé Jogo: Brasil 0x0 Tchecoslováquia, pela fase de grupos Após se apresentar ao mundo em 1958, Pelé chegava ao Mundial do Chile com status de estrela maior de um Brasil que buscava o bicampeonato. E não decepcionou na estreia, quando fez um golaço e deu uma assistência na vitória por 2 a 0 sobre o México.

Na segunda rodada, contra a Tchecoslováquia, porém, o eterno camisa 10 do Santos e do Brasil sofreu um estiramento no músculo adutor da coxa esquerda. A lesão ocorreu quando o Rei tentava um chute de longa distância, e se revelou grave demais para ele voltar a atuar naquela Copa: Pelé só voltaria a campo 53 dias mais tarde, bem depois do fim do torneio.

Felizmente para o Brasil, a ausência de Pelé não impediu o sonho do bi: Garrincha tomou as rédeas da equipe e se converteu no craque do torneio, enquanto Amarildo, que teve a difícil missão de substituir o camisa 10, também foi destaque da campanha, chegando a marcar um dos gols na final– coincidentemente, contra a mesma Tchecoslováquia. 1982: Battiston vive um filme de terror Jogo: França 3×3 Alemanha Ocidental (4×5 nos pênaltis), pela semifinal Foi um dos jogos mais memoráveis da história das Copas, mas não para um dos personagens envolvidos na partida: o francês Patrick Battiston sofreu uma das faltas mais violentas já vistas na competição até hoje, o que lhe rendeu três costelas quebradas, dois dentes perdidos e uma amnésia sobre o que ocorreu no lance.

Ele deixou o campo inconsciente e houve até quem pensasse que havia morrido. O lance ocorreu no segundo tempo, apenas 10 minutos após Battiston entrar em campo: o defensor recebeu um lançamento do craque Michel Platini com a chance de colocar seu time em vantagem no placar, que ainda era de 1 a 1.

Em vez disso, seu chute foi pra fora– e, imediatamente após encostar na bola, ele foi atropelado pelo goleiro alemão Harald Schumacher, que jogou seu corpo sobre o adversário e acertou em cheio o rosto e o tronco do francês. Incrivelmente, o árbitro sequer deu falta no lance e marcou apenas o tiro de meta. Battiston precisou ser substituído e levou seis meses para se recuperar fisicamente, mas teve impactos duradouros: mesmo jogando profissionalmente por mais uma década, até 1991, ele relatou crises de ansiedade antes de entrar em campo em partidas futuras e diz sofrer até hoje com dores nas costas associadas ao incidente. Mais de saude

Em campo, a Alemanha acabaria passando à final, onde foi vice para a Itália. 1990: Nery

Pumpido obriga a Argentina a trocar de goleiro Jogo: Argentina 2×0 União Soviética, pela fase de grupos

Goleiro titular da Argentina campeã do mundo em 1986, Pumpido não teve uma boa Copa na edição seguinte: após falhar na estreia, quando a equipe foi surpreendida por Camarões, ele acabou quebrando a perna logo aos 11 minutos da segunda partida, diante da União Soviética, quando se chocou com o lateral Olarticoechea. A lesão acabou gerando um herói improvável: o reserva Sergio Goycochea se tornaria destaque da Argentina naquele Mundial, pegando pênaltis ao longo da campanha que culminou com o vice-campeonato diante da Alemanha Ocidental. Pumpido nunca mais atuou pela seleção, mas ainda jogou profissionalmente por outros três anos. Leia também: Flávio Bolsonaro ganha destaque após novo desdobramento em eua e novo tarifaço

E o acidente na Copa nem foi a lesão mais famosa de sua carreira: em 1987, ele chegou a perder parte de um dedo durante um treinamento, quando sua aliança de casamento ficou presa em um gancho do gol. Por sorte, deu para salvar o pedaço separado do corpo, que posteriormente foi reimplantado. 1998: as misteriosas convulsões de Ronaldo Jogo: horas antes de Brasil 0x3 França, pela final Quem viveu, não esquece: antes da finalíssima da Copa de 98, o narrador Galvão Bueno apareceu chocado na tela da TV dos brasileiros com uma cópia da escalação da seleção para o jogo– e, em vez do goleador Ronaldo, quem aparecia no ataque era Edmundo.

O que realmente aconteceu naquele dia foi alvo de inúmeras teorias da conspiração, e os fatos só viriam à tona anos mais tarde. Ainda no hotel, Ronaldo havia sofrido uma convulsão cuja causa de fundo nunca foi determinada pelos médicos– o centroavante garante que nunca teve outro episódio semelhante antes ou depois daquilo. Por prudência, o técnico Zagallo cogitou tirá-lo da equipe e escalou Edmundo, mas voltou atrás diante das pressões.

Um abalado Ronaldo fez uma partida fora dos seus padrões em uma noite que o Brasil prefere esquecer, que acabou com o vice após tomar 3 a 0 da França. A volta por cima do camisa 9 viria quatro anos depois, e em dose dupla: rumo à Copa de 2002, Ronaldo precisou apagar o episódio de Paris e também se recuperar de uma grave lesão no joelho que sofreu em abril de 2000. Deu certo, e ele não só jogou como acabou artilheiro do penta.

2006: Owen sofre um doloroso acidente de trabalho Jogo: Inglaterra 2×2

Suécia, pela fase de grupos Apenas 51 segundos tinham se passado quando Michael Owen viveu um acidente que mudou a sequência de sua carreira: sem contato algum, seu joelho cedeu sozinho, virou para o lado errado e acabou rendendo uma ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA). Uma das mais temidas lesões do mundo do futebol, o LCA rompido tirou Owen dos gramados por 10 meses.

Síndrome do bebê sacudido: o que é, como identificar e o que fazer
Saude

Síndrome do bebê sacudido: o que é, como identificar e o que fazer

Ler matéria →

Leia também