Review do Galaxy S26 Ultra: o seguro morreu de velho
Testamos o Galaxy S26 Ultra, smartphone mais avançado da Samsung que chega para competir pelo topo em câmeras, tela, desempenho e design. Veja os prós e contras do celular nesta análise completa. Testamos o Galaxy S26
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Ultra, smartphone mais avançado da Samsung que chega para competir pelo topo em câmeras, tela, desempenho e design. Veja os prós e contras do celular nesta análise completa.
O Galaxy S26 Ultra é a aposta da Samsung para o segmento de smartphones ultra-premium em 2026. O celular chegou ao Brasil pelo preço inicial de R$ 11.499, valor cobrado por desempenho de ponta, câmeras avançadas e alguns novos recursos, incluindo a tão comentada Tela de Privacidade. Mas será que novidades pontuais justificam a compra desse flagship em um mercado cada vez mais competitivo?
O que, de fato, muda em relação à geração anterior? E, mais ainda: o smartphone está melhor em aspectos que importam, como a bateria? Eu usei o Galaxy S26 Leia também: Smart TV 4K LG 65” sai com 36% OFF em oferta por até 12x sem juros na Amazon
Ultra como meu celular principal por 30 dias e te conto todos os detalhes dessa experiência a seguir. Ao comprar um Galaxy S26 Ultra, você leva pra casa o smartphone com a S Pen, carregador rápido de 25 W, um cabo USB-C e os guias impressos do produto. A fabricante não inclui nenhuma capinha na caixa, diferentemente de concorrentes como Xiaomi, Motorola e Oppo.
Para os meus testes, a Samsung Brasil enviou também uma capa magnética, que permite carregamento do tipo MagSafe, mas ela é vendida à parte por R$ 309 na loja oficial da marca. A empresa sul-coreana também vende um carregador rápido de 60 W que custa R$ 329 no site oficial. A Samsung tem feito ajustes no design dos smartphones da linha Galaxy
S sem mudar radicalmente o visual, e aqui não é diferente. Nessa geração, vemos as quinas do aparelho ainda mais arredondadas em relação às do S25 Ultra e S24 Ultra, perdendo o aspecto de “tijolinho”.
Essa escolha tem impacto na ergonomia, que aos poucos vem melhorando na variante Ultra, a que tem as maiores dimensões: O material usado na construção do Galaxy S26 Ultra é um ponto importante: a Samsung trocou o titânio da geração anterior por alumínio, que é mais leve, mas também se mostrou menos resistente a impactos do que o Galaxy S25 Ultra. A fabricante mantém a proteção Corning Gorilla Armor 2 na tela e Gorilla Glass Victus 2 na traseira, além da certificação IP68 contra água e poeira.
Em meus testes, notei que a ergonomia é realmente boa para um celular de quase 7 polegadas que pesa mais de 210 gramas. Não cheguei a sentir desconforto ao usá-lo no dia a dia, mesmo em períodos prolongados. Mas um ponto realmente irritante é Mais de tecnologia
o “calombo” do módulo de câmeras, que faz o aparelho ficar instável sobre superfícies planas, como uma mesa. Essa característica até pode ser amenizada com o uso de uma capinha, mas o nivelamento não ocorre de forma completa. Além disso, o módulo saltado atrapalha no uso de acessórios magnéticos, como powerbank e suportes de outras marcas.
A Samsung vende uma solução que se adapta ao formato das câmeras, mas aí você fica com o ônus de ter que pagar um preço mais alto em vez de simplesmente aproveitar algum produto que já tenha em casa, por exemplo. O carregamento reverso também sai prejudicado: em uma ocasião, precisei recarregar um iPhone que tinha ficado sem bateria e foi praticamente impossível encontrar uma posição que encaixasse, o que me fez desistir do recurso. A alteração no design do S26 Ultra também muda a forma como você encaixa a S Pen, o que pra mim foi uma baixa nesse modelo: agora existe um lado correto para inserir a caneta, e se você não acertar qual é, terá que tentar de novo, porque ela não trava.
O problema é que se você não notar, tem riscos de perder o acessório ou danifica-lo em uma possível queda. E por falar na S Pen, ela está mais fina para acompanhar o novo design, e parece mais frágil. Com isso, a pegada e experiência de escrita está um pouco inferior em relação à geração passada. Leia também: Windows 11 depende de recurso criado nos anos 1990, reconhece Microsoft
O Galaxy S26 Ultra está disponível nas cores violeta, branco, preto e azul, além de dourado e prata (cores exclusivas para compra no site ou app da Loja Samsung). Quando o S26
Ultra foi lançado, só se falava nela: a Tela de Privacidade. A tecnologia é realmente inovadora e muito legal na prática. Ele funciona com uma combinação específica de hardware e software.
A tela usa uma arquitetura especial de pixels formada por “pixels largos” (para ângulos abertos normais) e “pixels estreitos” (que emitem luz só para frente). Quando o recurso é ativado, ele desliga os pixels largos, restringindo a luz nas laterais e escurecendo a imagem para quem vê de lado. Essa tecnologia permite que a área escurecida seja definida de forma personalizada para maior comodidade.
Além disso, você também consegue selecionar condições específicas para ativar o Modo Privacidade, como ao abrir um determinado aplicativo ou em prévias de notificações, por exemplo. Ainda é algo novo, mas eu espero que a Samsung já esteja planejando formas de melhorar ainda mais essa experiência por meio de atualizações do sistema. Agora, outra discussão levantada logo nos primeiros dias após a chegada do S26 Ultra é a redução de qualidade da tela em relação à do S25 Ultra.
E, cá entre nós, ela existe. A Tela de Privacidade acaba tendo um impacto sobre os ângulos de visão do display, estando ativada ou não. E quando ativada, há menos luz, uma vez que parte dos pixels é desligada para dar o efeito de privacidade — o que impacta diretamente nas cores e contrastes da imagem.
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