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Reino Unido obriga Google a deixar imprensa fora dos Resumos de IA

Reino Unido obriga Google a deixar imprensa fora dos Resumos de IA Sites poderão ficar fora dos Resumos de IA e de outras experiências com Gemini sem afetar seu

Reino Unido obriga Google a deixar imprensa fora dos Resumos de IA

Reino Unido obriga Google a deixar imprensa fora dos Resumos de IA Sites poderão ficar fora dos Resumos de IA e de outras experiências com Gemini sem afetar seu posicionamento na busca. Cade avalia regra semelhante no Brasil. Resumo - Reino Unido determinou que o Google ofereça uma ferramenta de exclusão para sites informativos saírem dos Resumos de IA.

- A medida também obriga o Google a fornecer links claros para as fontes originais dos conteúdos utilizados nos resultados gerados pelo Gemini. - Big tech implementará um novo comando no para permitir que gestores de sites controlem como os conteúdos entram nas experiências de busca. Poucas semanas após reafirmar a integração do Gemini com a busca, o Google enfrenta mais um revés.

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Nesta quarta-feira (03/06), a autoridade de concorrência do Reino Unido, CMA, determinou que a empresa ofereça aos donos de sites informativos uma forma de impedir o uso de conteúdos nos Resumos de IA e em outros recursos de busca com a tecnologia. A decisão, considerada a primeira do tipo a oferecer ferramentas para produções jornalísticas contra a raspagem de dados por IA, chega como parte de novas regras de conduta para a big tech e busca dar mais controle à imprensa sobre como as páginas são usadas pelo buscador. A CMA afirma que a medida deve equilibrar a relação entre o Google e os veículos de imprensa, colocando os sites em posição mais forte para negociar acordos de conteúdo. Leia também: Espanha x Iraque: onde assistir, horário e escalação do amistoso

Ela também deve ser mais uma palha na fogueira acesa pelas editoras do Brasil, que exigem ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a imposição de regras semelhantes. Google já começou a implementar mudanças Além da opção de exclusão (opt-out), a nova medida obriga que o Google assegure que o conteúdo utilizado nos resultados gerados pelo Gemini ofereça links claros para as fontes originais.

Segundo o Google, o site que decidir não aparecer nas respostas de IA, como os Resumos de IA, Modo IA e prévias de IA no Discover, não será punido no ranqueamento dos resultados tradicionais. Essa era uma das principais críticas da imprensa do país, já que tags como a “nosnippet”, que já permite o bloqueio de conteúdos nos resumos de IA, também retira o conteúdo da busca tradicional. Para gerenciar isso, o Google começou a implementar um novo comando no Search Console.

A ferramenta permitirá que gestores de sites controlem diretamente como os conteúdos entram nas experiências de busca com IA. Em comunicado, a empresa também afirma que a ferramenta oferecerá métricas sobre a aparição de informações do veículo nas respostas de IA. Os novos controles para o Reino Unido foram anunciados em março, em resposta a consulta pública iniciada em janeiro pela CMA, ainda que a contragosto do Google. Mais de tecnologia

Se o objetivo era impedir a formalização de novas regras, entretanto, não funcionou. Brasil tenta emplacar regras parecidas No Brasil, o tema está nas mãos do Cade.

O órgão investiga a relação entre o Google e veículos de imprensa desde 2019, em um processo que começou voltado à indexação de notícias e foi reaberto no ano passado com foco nos Resumos de IA. Associações e empresas jornalísticas afirmam que a ferramenta concentra ainda mais poder nas mãos do Google, e a principal queixa é a possibilidade de reduzir visitas aos sites e afetar a monetização por publicidade — que, aliás, também estará presente no Modo IA do buscador. Um dos pontos centrais da investigação é a ausência de uma opção de opt-out. Leia também: Galaxy A57 (256 GB) atinge menor preço desde lançamento com 40% no Magalu

Segundo a queixa, os veículos não teriam como impedir o uso de seu conteúdo nos Resumos de IA sem afetar também sua presença nos resultados gerais da busca. Após sete anos, em abril, o Cade decidiu transformar o inquérito administrativo em um processo formal contra o Google. No voto, o presidente interino do órgão, Diogo Thomson, apontou “fortes indícios” de abuso exploratório de posição dominante.

Anteriormente, o Google negou que os Resumos de IA prejudiquem o jornalismo e pediu o arquivamento do processo. A empresa afirma que eventuais quedas de audiência não são causadas pela inteligência artificial, mas por mudanças mais amplas no consumo de notícias.

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