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Rayssa Leal levanta o público e fatura título do SLS Rio Takeover; Giovanni

As arquibancadas do Maracanãzinho ficaram lotadas neste domingo (9), e a maioria dos fãs queria ver um show de Rayssa Leal na pista do SLS Rio Takeover

Rayssa Leal levanta o público e fatura título do SLS Rio Takeover; Giovanni

As arquibancadas do Maracanãzinho ficaram lotadas neste domingo (9), e a maioria dos fãs queria ver um show de Rayssa Leal na pista do SLS Rio Takeover. Duas vezes medalhista olímpica, a jovem de 18 anos não decepcionou. Mesmo depois de sofrer uma queda no treino de sábado (8), a brasileira superou dores no pé e encaixou boas manobras na final feminina.

Com o maior somatório (20.9), venceu a terceira etapa da Liga Internacional de Skate Street (SLS)– elá já tinha triunfado na primeira, na Austrália, em fevereiro. Com os resultados, Rayssa, mesmo na metade do calendário, se coloca em boa posição para garantir vaga no Super Crown, que definirá os grandes campeões da temporada.

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Entre os homens, Cordano Russell e Giovanni Vianna travaram uma batalha até a última manobra, com direito a chuvas de notas 9. No fim, o canadense levou a melhor, com somatório de 27.5. O brasileiro registrou 26.9 e ficou na segunda posição, fazendo dobradinha com o compatriota Wallace Gabriel, terceiro colocado (24.5).

Rayssa Leal com o troféu do SLS Rio Takeover— Foto: SLS Ainda na pista do Maracanãzinho, a campeã Rayssa

Leal comentou a mudança de chave depois de um desempenho ruim no treino de sábado e dedicou o troféu ao pai Haroldo, neste domingo de Dia dos Pais.— Ontem eu não estava andando tão bem. Leia também: Esporte: Panorama do Futebol Nacional e Internacional

Hoje eu andei assim, tudo que eu podia andar. Fiquei muito contente. Eu dedico esse título para a minha família, para eles que estão lá em Imperatriz.

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Pai, feliz Dia dos Pais. Eu te amo— disse a campeã do SLS Rio Takeover.

Como foi a final feminina 🛹 O Maracanãzinho recebeu um torneio de skate pela primeira vez. No formato “Spot Takeover”, cada atleta teve direito a sete tentativas de manobras isoladas (quando os skatistas também dão voltas na pista, a competição recebe o nome de “Arena”).

Ainda no aquecimento, Aoi Uemura sofreu uma queda feia, bateu a nuca na pista e se machucou. Recebeu atendimento médico e saiu em cadeira de rodas, chorando. Apesar do susto, a japonesa está bem, sem sangramento ou fratura.

Com a final iniciada, Funa Nakayama foi a primeira a acertar uma boa manobra. Rayssa Leal caiu na tentativa inicial, mas não se abalou. Engatou duas boas notas em sequência (6.8 e 7.1) e entrou na briga pelo título, com o apoio da torcida no Maracanãzinho. Mais de esporte

Outras atletas começaram a encaixar manobras. Momiji Nishiya obteve a maior nota da competição: 8.7. Depois, ainda tirou a liderança de Rayssa, que precisou correr atrás do placar.

Mas quem tem duas medalhas olímpicas não sente pressão. Na reta final, a brasileira caprichou na execução e melhorou seu somatório. Ao chegar a 20.9, assegurou o título da etapa carioca da SLS.

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Momiji, campeã olímpica em Tóquio 2020, ficou com a segunda colocação, ao registrar 20.7, e a espanhola Daniela Terol fechou o pódio, com 17.7. Gabi Mazetto terminou em quarto (14.8), e Funa Nakayama, em quinto (7.5). Curiosamente, o Rio de Janeiro tinha sido palco da primeira participação de Rayssa Leal em uma etapa da Liga Internacional de Skate Street, em janeiro de 2019. Leia também: Palmeiras x Internacional volta ao centro do debate na temporada

Na época, a brasileira tinha 11 anos. Agora, já maior de idade, ocupa um lugar entre os principais nomes da modalidade no mundo. Os destaques da decisão masculina 👀

Cinco brasileiros disputaram o título masculino do SLS Rio Takeover: Ivan Monteiro, Lucas Rabelo e Giovanni Vianna, além de Abner Pietro e Wallace Gabriel, vindos da repescagem. Mas um peruano chamou atenção durante a apresentação dos skatistas no Maracanãzinho. Ao ser anunciado, Angelo Caro tirou o casaco e mostrou que competiria com uma camisa do Flamengo.

Na pista, os atletas encaixaram boas manobras. Wallace Gabriel teve acertos nas primeiras tentativas e ocupou a liderança da competição por algum tempo. Aos poucos, as notas 9 começaram a aparecer, e Cordano Russell foi responsável por algumas delas.

Assim, o canadense de 22 anos assumiu a ponta. Mas aí apareceu Giovanni Vianna. Com erros nas primeiras acrobacias, o brasileiro se viu sob pressão.

Mesmo assim, reagiu na reta final da competição e tirou duas notas acimas de 9 (9.1 e 9.2). Virou líder na penúltima manobra. A definição do título ficou para a última acrobacia.

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