Como De la Espriella construiu sua fortuna e os negócios questionáveis
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Crédito, Catherine Ivill- AMA/Getty Images
Published 23 junho 2026, 16:46 -03
Atualizado Há 26 minutos
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Ao comemorar a vitória por 3 a 2 sobre Senegal, jogadores da Noruega se sentaram no gramado e simularam movimentos de remada, em perfeita sincronia. Já o meio-campista Martin Ødegaard comandava o tambor e as baquetas.
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A comemoração reproduzia a remada viking, que virou marca registrada da torcida norueguesa na Copa do Mundo de 2026.
Em diversos jogos, torcedores da seleção fizeram a coreografia que simula o movimento de remar, em referência às tradições marítimas e à herança deixada pelo povo que marcou a história do país.

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Mas, afinal, quem eram os vikings?
Os vikings eram povos originários da Escandinávia— Dinamarca, Suécia e Noruega— que plantavam na primavera e saqueavam cidades no exterior durante o verão.
A Era Viking— período em que foram mais ativos em exploração e ataques— vai do século 8 ao século 11 d.C.
Os nórdicos estabelecidos nessas regiões após as incursões eram aqueles que passaram a se dedicar ao comércio e à fixação em territórios.
Esse povo tinha forte domínio do uso da terra: muitos eram agricultores, em regiões onde o clima permitia o cultivo. Era comum encontrar cevada, repolho e nabo nas despensas vikings. Mais de mundo
A arte também era um elemento central da identidade viking. Segundo Davy Cooper, do Shetland Amenity Trust, a joalheria tinha função prática.
Associado ao trovão, acreditava-se que Thor defendia a ordem dos deuses contra seus inimigos usando o poder do martelo.
A expansão viking

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O comércio tornou-se mais diversificado à medida que os vikings avançavam pela Europa, combinando conflito e trocas comerciais.
Um exemplo é o rio Volga, na atual Rússia. Os vikings que se estabeleceram ao longo do rio, conhecidos como rus, deram origem ao nome Rússia.
A rota comercial do Volga abriu o norte da Europa às possibilidades de troca com o mundo árabe e o Império Bizantino.



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