próximo jogo da argentina: o impacto imediato para a temporada
Ler matéria →A Copa do Mundo de 2026 deixou para trás a fase de grupos e entra, agora, no território em que não há mais espaço para erros. A partir deste domingo, começa a segunda fase, ainda com 32 seleções vivas, em duelos eliminatórios de jogo único. Quem vencer avança.
Quem perder volta para casa. O chaveamento já está definido até a final, marcada para 19 de julho. E o desenho do mata-mata entrega caminhos bem diferentes para as principais candidatas ao título.
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Brasil, Argentina, França, Espanha, Portugal, Inglaterra e Alemanha seguem na briga, mas chegam em estados emocionais e técnicos bem distintos. Brasil chega com Vini protagonista e Neymar de volta O Brasil terminou a fase de grupos na liderança do Grupo C e entra no mata-mata em seu melhor momento na Copa.
Depois do empate na estreia contra o Marrocos, a Seleção cresceu contra o Haiti e confirmou a evolução diante da Escócia, em vitória por 3 a 0. O grande nome brasileiro até aqui é Vini Jr. O camisa 7 marcou nos três jogos da fase de grupos e chegou a quatro gols no Mundial.
Contra a Escócia, fez dois, teve outro gol anulado e assumiu de vez o protagonismo ofensivo da equipe. A volta de Neymar também muda o ambiente. O camisa 10 entrou durante a vitória sobre os escoceses e voltou a ser opção para Carlo Ancelotti. Leia também: próximo jogo da argentina: o impacto imediato para a temporada
Neste momento, porém, o Brasil não depende dele como antes. A Seleção tem Vini em alta, Matheus Cunha decisivo, Bruno Guimarães com participação importante e uma equipe que parece mais coletiva do que em outros ciclos. O adversário será o Japão, que avançou em segundo no Grupo F, atrás da Holanda.
A seleção japonesa empatou com os holandeses, goleou a Tunísia e empatou com a Suécia. É um time de transições rápidas, disciplina tática e intensidade, exatamente o tipo de rival que pode surpreender a seleção brasileira. Se passar, o Brasil enfrentará nas oitavas o vencedor de Costa do Marfim x
Noruega. Esse possível caminho coloca no radar um duelo contra Erling Haaland, um dos artilheiros da Copa. Messi lidera a artilharia e Argentina segue favorita
A Argentina chega ao mata-mata com Lionel Messi novamente no centro da Copa. O camisa 10 lidera a artilharia com seis gols e transformou a fase de grupos em mais um capítulo de sua relação histórica com o torneio. A seleção argentina avançou em primeiro no Grupo J, superando Argélia, Áustria e Jordânia.
Mesmo administrando minutos em alguns momentos, Messi foi decisivo e chega à fase eliminatória como principal candidato à Chuteira de Ouro. O primeiro obstáculo será Cabo Verde, uma das grandes histórias desta Copa. A seleção africana avançou no Grupo H e chega ao mata-mata como uma das sensações do torneio. Mais de esporte
Para a Argentina, o perigo está justamente aí: enfrentar um rival mais leve, competitivo e disposto a transformar o jogo em um evento histórico. Se avançar, a Argentina pega o vencedor de Austrália x Egito. No papel, é um caminho favorável até as oitavas.
Mas mata-mata de Copa pode trazer surpresas. França tem Mbappé, mas ainda busca equilíbrio A França chega viva, perigosa e com Mbappé em alto nível.
O camisa 10 francês está entre os vice-artilheiros da Copa, com quatro gols, e segue acumulando marcas históricas em Mundiais. A campanha francesa teve poder ofensivo, mas também dúvidas. A equipe venceu Senegal, Iraque e Noruega, terminou líder do Grupo I e mostrou força no ataque. Leia também: próximo jogo da argentina: o impacto imediato para a temporada
Ainda assim, a defesa e as laterais seguem como pontos de atenção. O adversário na segunda fase será a Suécia, que avançou pelo Grupo F. É um rival físico, competitivo e com repertório para dificultar o jogo francês. A França é favorita, mas não pode bobear.

Caso avance, enfrentará Alemanha ou Paraguai nas oitavas. Ou seja: o caminho pode ficar pesado muito cedo. Alemanha avança pressionada
A Alemanha está classificada, mas não chega ao mata-mata com aura de potência inabalável. A seleção passou pelo Grupo E, mas acumulou críticas e atuações abaixo do esperado. A goleada sobre Curaçao na estreia deu a impressão de campanha confortável, mas a sequência mostrou uma equipe irregular.
A derrota para o Equador na última rodada aumentou a pressão e recolocou dúvidas sobre o trabalho de Julian Nagelsmann. O primeiro rival no mata-mata será o Paraguai, que passou como terceiro colocado do Grupo D. Os paraguaios eliminaram a Turquia no grupo e sobreviveram em uma chave com Estados Unidos e Austrália.
Se passar, a Alemanha pode cruzar com a França logo nas oitavas. Para uma seleção ainda em busca de estabilidade, é um caminho de alto risco. Inglaterra lidera, mas ainda não convence por completo

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