Após 9 meses, Venezuela reconhece morte de preso político Víctor Hugo Quero Navas estava desaparecido desde janeiro de 2025, quando foi preso. Ele morreu em julho do mesmo ano atualizado
O governo da Venezuela informou, nesta quinta-feira (8/5), a morte de um preso político detido durante o regime de Nicolás Maduro. Víctor Hugo Quero Navas estava desaparecido desde janeiro de 2025 e, de acordo com o governo venezuelano, morreu em julho do mesmo ano. Navas foi detido em e de acordo com o governo venezuelano, foi encaminhado para Internado Judicial Rodeo I, penitenciária de segurança máxima localizada no estado de Miranda, próximo à capital Caracas. Leia também: mega sena 30 anos
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A prisão ocorreu no mesmo mês em que a Venezuela enfrentou um série de manifestações e reivindicações acerca de Maduro, que era empossado como presidente do país para um novo mandato após eleições com suspeitas de fraude. De acordo com o Ministério do Poder Popular para o Serviço Penitenciário da Venezuela, meses após ser detido, em , Víctor Hugo precisou ser transferido para o Hospital Militar Dr. Carlos Arvelo, após apresentar hemorragia digestiva alta e síndrome febril aguda. Sem explicar as motivações para o quadro de saúde do preso, a pasta informou que Víctor Hugo passou 10 dias sob cuidados médicos e morreu às 23h25 de em decorrência de insuficiência respiratória aguda secundária a tromboembolismo pulmonar.
O órgão aponta ainda que o preso não informou dados de familiares no momento da prisão, embora a família de Víctor Hugo tivesse recorrido a outras instâncias e autoridades venezuelanas em busca de informações sobre ele. Ainda segundo o Ministério do Poder Popular para o Serviço Penitenciário, as informações atualizadas sobre o preso foram fornecidas após a pasta ser notificada de uma investigação aberta após denúncia da mãe de Quero Navas, identificada como Carmen Teresa Navas (foto em destaque). Em nota, a pasta lamentou a morte do homem. Leia também: Artigo sem título Mais de esporte
“ O Ministério do Poder Popular para o Serviço Penitenciário coloca-se à disposição das autoridades competentes para a revisão do caso, expressa suas condolências à família e garante a entrega dos restos mortais “, informou o órgão venezuelano.

