← Esporte
Esporte

Pontos, jogos, títulos volta ao centro do debate na temporada

Nesta sexta-feira (17), nos despedimos de Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas do esporte em toda a história

Template editorial: sport-postgame
Pontos, jogos, títulos volta ao centro do debate na temporada

Nesta sexta-feira (17), nos despedimos de Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas do esporte em toda a história. O ex-atleta, de 68 anos, não resistiu a uma parada cardíaca. Oscar, que foi draftado para atuar na NBA, mas optou por recusar, muito por conta do desejo de seguir defendendo a Seleção Brasileira, algo que era impossibilitado na época, se eternizou como um dos maiores arremessadores de todos os tempos, o que lhe rendeu o apelido de "Mão Santa". Leia também: Futebol feminino volta ao centro do debate na temporada

Imagem do artigo

Em sua carreira de 29 anos dentro das quadras de basquete, ele tem inúmeras marcas incríveis. A começar pelos 49.737 pontos em 1.615 jogos disputados, uma média de 30,7 pontos por jogo. Por muitos anos, Oscar foi o maior pontuador da história do basquete, e só foi superado em 2024 por LeBron James.

Imagem do artigo

Ao longo dos anos, o ala também faturou muitos títulos. Pela seleção, além de três ouros no Campeonato Sul-Americano, ele ainda foi fundamental para o título dos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987, com direito a uma histórica vitória para cima dos Estados Unidos. No dia 23 de agosto daquele ano, o Brasil reverteu uma desvantagem de 20 pontos com uma chuva de cestas de três, com direito a 46 pontos de Oscar. Leia também: Por que Oscar nunca jogou na NBA apesar de ter sido draftado no mesmo ano de Jordan? Mais de esporte

Imagem do artigo

Ele é também o maior pontuador da história olímpica, com 1.093 pontos acumulados em cinco edições dos Jogos. Por clubes, Schmidt soma nove conquistas pelo Palmeiras, mais dois pelo Flamengo, além de um por Mackenzie, Corinthians e o Caserta, da Itália. Mas foi no Sírio que ele sua maior conquista, o Mundial Interclubes em 1979, ano em que faturou ainda o Sul-Americano de Clubes, o Campeonato Brasileiro e o Paulista.

Leia também