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Pesquisa aponta mau uso das redes sociais por policiais | Repórter Brasil | TV Brasil

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Pesquisa aponta mau uso das redes sociais por policiais

Repórter Brasil

No AR em 16/04/2026 - 19:00

O uso de redes sociais por agentes das polícias civis e militares é regulado em mais de 60% das corporações no Brasil. O dado é resultado de um levantamento do Instituto Sou da Paz.

Para os pesquisadores, no entanto, as regras, mesmo quando existentes, ainda deixam muitas brechas, que podem ser utilizadas por maus agentes para autopromoção com o uso das fardas e símbolos policiais. Leia também: Ricardo Couto, interino do Rio, audita: o detalhe que mais repercutiu

São diversos tipos de conteúdo. Há os que filmam operações em que participam. Em alguns casos, ações encenadas já pensando nas redes sociais. Outros elaboram vídeos de assuntos diversos, mas vinculam a corporação onde trabalham para ganhar credibilidade e audiência. Os ganhos com esses conteúdos podem ser financeiros, com a monetização das plataformas, e até eleitorais. 

O relatório do Instituto Sou da Paz busca chamar a atenção para os policiais civis e militares que usam a função e a farda para se promover.

A maioria das polícias civis e militares, duas em cada três, já tem regras sobre o uso das redes sociais, mas, mesmo nesses casos, o relatório aponta que existem lacunas que precisam ser aperfeiçoadas. O Instituto Sou da Paz enfatiza ainda a necessidade de fiscalização efetiva do cumprimento das normas.

Ainda não possuem nenhuma regulamentação nesse sentido, 16 corporações policiais estaduais. Para a diretora do Sou da Paz, essas regras são essenciais para preservar a credibilidade das polícias. Mais de entretenimento

“Tem o caso de um delegado de São Paulo. Ele foi atender uma ocorrência de sequestro e pediu para regravar, fazer de novo o atendimento à ocorrência para regravar para o seu canal do YouTube. Expôs a vítima que estava ali, o suspeito, o criminoso. A gente não partiu do nada, a gente partiu de casos concretos que fazem um péssimo uso das redes sociais, expõe as polícias e gera um ganho individual para esses policiais, que, muitas vezes, acabam se candidatando e se elegendo”, destaca Carolina Ricardo. Leia também: Linhas de pipa cortantes ainda fazem vítimas pelo país | Repórter Brasil | TV Brasil

O ideal é que a regulamentação estabeleça a forma de apuração das violações e as punições decorrentes, além de regras claras sobre candidaturas eleitorais.

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