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Operação Anhangá 2

Suspeito cobra R$ 30 para fotos com animais silvestres no Amazonas e é preso durante operação que resgatou jacarés e preguiça

Um suspeito foi preso durante a Operação Anhangá 2, que teve como objetivo resgatar animais que estavam sendo explorados economicamente para atividades turísticas, no lago do Janauari, no município de Iranduba, no Amazonas. O suspeito, cuja identidade não foi divulgada, cobrou R$ 30 para tirar fotos com animais silvestres, incluindo preguiça, cobra e jacaré, segundo o G1. Leia também: Mulher morta a facadas

Operação Anhangá 2

A operação foi conduzida pela Polícia Civil do Amazonas em parceria com o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e resgatou dois jacarés e uma preguiça. Os animais foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Ibama, na zona sul de Manaus. As multas aplicadas chegaram a R$ 10,5 mil, de acordo com o G1.

Crime Ambiental

O uso de animais silvestres sem autorização ambiental é crime no Brasil, previsto na Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/1998 e no Decreto Federal nº 6.514/2008, que estabelecem pena de seis meses a um ano de detenção, além de multa, segundo o G1.

Contexto

A primeira fase da Operação Anhangá aconteceu em , quando um homem de 22 anos foi preso e três adolescentes apreendidos. Sete animais foram resgatados, incluindo preguiças, macacos, uma arara e uma cobra, de acordo com o G1. Leia também: Acidentes e operações policiais Mais de noticia

O que se sabe até agora

  • Um suspeito foi preso durante a Operação Anhangá 2 por cobrar R$ 30 para fotos com animais silvestres.
  • A operação resgatou dois jacarés e uma preguiça.
  • As multas aplicadas chegaram a R$ 10,5 mil.
  • A operação foi conduzida pela Polícia Civil do Amazonas em parceria com o Ipaam.
  • A primeira fase da Operação Anhangá aconteceu em .

A Operação Anhangá 2 demonstra a importância da ação conjunta entre as autoridades para combater o crime ambiental e proteger a biodiversidade do Amazonas. Com a continuidade dessas operações, é possível reduzir a exploração ilegal de animais silvestres e promover a conservação da fauna amazônica.

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