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Obesidade em pets ganha destaque após novo desdobramento em obesidade em pets

Obesidade em pets: sintomas e cuidados para evitar a condição Acompanhamento veterinário, atividade física e dieta equilibrada são pilares fundamentais para o bem-estar

Obesidade em pets ganha destaque após novo desdobramento em obesidade em pets

Obesidade em pets: sintomas e cuidados para evitar a condição Acompanhamento veterinário, atividade física e dieta equilibrada são pilares fundamentais para o bem-estar do animal O acúmulo de gordura corporal, a dificuldade para se locomover e a falta de energia para brincar podem ser sinais de obesidade em animais de estimação.

Assim como ocorre com os seres humanos, o excesso de peso tem se tornado uma preocupação cada vez mais frequente na medicina veterinária. Por isso, caso você identifique esses sinais no seu pet, é importante ficar de olho e fazer adequações. Diversos fatores podem aumentar o risco desse quadro em animais.

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No caso dos cães, as causas mais comuns estão ligadas à alimentação, sobretudo ao consumo de dietas muito calóricas e ao hábito de oferecer petiscos e guloseimas todos os dias. Além disso, com o envelhecimento do cachorro (a partir dos 7 anos, em média), o metabolismo basal diminui, e a massa magra tende a dar lugar, aos poucos, à concentração de gordura. Algumas raças, como poodle, cocker spaniel inglês e labrador retriever, também têm maior predisposição à obesidade. Leia também: Chá da folha de algodão: entenda por que remédio caseiro exige cuidados

Já entre os gatos, além de hábitos alimentares, a falta de estímulo a comportamentos naturais de predação e a ausência de pelo menos 15 a 20 minutos diários de atividade física contribuem para o acúmulo de gordura. Além disso, felinos que apresentam sobrepeso ainda na fase de crescimento, quando filhotes, têm maior probabilidade de permanecer obesos na vida adulta. A seguir, conheça os principais sintomas e riscos da obesidade em pets, além dos cuidados necessários para tratar essa condição.

Sintomas e riscos à saúde Para saber se o seu animal de estimação está acima do peso, é preciso observar alguns sinais físicos e comportamentais. Tanto em cães quanto em gatos, o diagnóstico da obesidade se baseia em avaliações físicas e funcionais, uma vez que o acúmulo de gordura corporal provoca mudanças visíveis e pode afetar o relacionamento do animal com seu tutor. Em um cão com peso saudável, deve ser possível sentir e perceber o contorno das costelas, sem que haja uma cobertura excessiva de gordura.

Já em cães obesos, as costelas tendem a ficar ocultas sob uma camada mais espessa de tecido adiposo, responsável pelo armazenamento de gordura no corpo. As costelas, a coluna e os ossos do quadril dos gatos também devem ser facilmente sentidos ao toque. Quando essas estruturas ficam encobertas por uma camada de gordura, isso pode indicar excesso de peso.

E, visto de lado, o abdômen de um gato obeso costuma perder a inclinação natural para cima, apresentando uma barriga mais flácida ou pendente. Além disso, em ambos os casos, o sobrepeso pode prejudicar a capacidade do animal de realizar atividades corriqueiras, como caminhar, correr ou brincar, demonstrando menor energia para interagir com os tutores. A obesidade em pets pode causar problemas sérios à saúde ou agravar condições já existentes. Mais de saude

Entre as doenças associadas ao quadro estão diabetes, doenças cardíacas, dificuldades respiratórias (principalmente em cães predispostos a esse tipo de problema), hipertensão arterial e certos tipos de câncer. Cuidados necessários Caso você identifique em seu pet as características descritas, recomenda-se, antes de tudo, procurar um médico-veterinário para avaliar a situação do animal e indicar o tratamento mais adequado. Leia também: Arne Slot ganha destaque após novo desdobramento em cunha marca, united derrota

Além do acompanhamento profissional, algumas medidas podem ser incorporadas à rotina para auxiliar no tratamento. É relevante lembrar, porém, que certas práticas que funcionam para um animal podem não ser seguras para outro. De maneira geral, uma alimentação controlada e saudável é essencial.

No entanto, não é recomendável, de maneira alguma, reduzir bruscamente a quantidade da ração comum, pois isso pode causar deficiências nutricionais e outros problemas ao animal. Sugere-se adotar dietas montadas especificamente para a perda de peso, em conjunto com o veterinário. Também é importante incentivar a prática de atividades físicas, o que pode passar pela adaptação da sua casa.

Para isso, faça sessões de brincadeiras curtas e frequentes, utilizando brinquedos interativos, assim como caminhadas diárias que estimulem o movimento do animal.

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