
Crédito, Reprodução/Facebook
Um ataque a tiros dentro de uma escola em Rio Branco, no Acre, deixou duas pessoas mortas na tarde desta terça-feira (5). Segundo o governo estadual, as vítimas eram funcionárias da instituição.
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O caso ocorreu no colégio Instituto São José, durante o horário de aula. De acordo com a Polícia Militar, o autor do ataque é um aluno da escola, de 13 anos. O adolescente assumiu a autoria do crime e está sob custódia do Estado. Leia também: Como impasse sobre Estreito de Ormuz amplia risco de volta da guerra total
Até o momento, a motivação do ataque ainda não foi esclarecida.
Em entrevista à Rede Amazônica Acre, afiliada da TV Globo, o comandante do Bope, coronel Felipe Russo, afirmou que o estudante teria pegado a arma do padrasto e entrado na escola para cometer o ataque.
"Os disparos ocorreram em um corredor que dá acesso à sala da diretora. Ele não teve acesso às salas de aulas", afirmou.
Segundo ele, as duas pessoas que morreram eram inspetoras da escola. Mais de mundo
Ainda, de acordo com Russo, outros alunos supostamente sabiam do ataque. Eles foram identificados pela polícia. Leia também: Cristão pode fazer terapia? Por que relação entre fé evangélica e a psicologia é tão polêmica
Em nota, o governo do Estado informou que todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas, incluindo o acompanhamento das vítimas. As aulas em todas as escolas da rede estadual de ensino foram suspensas até sexta-feira (8/5).
"O governo reforça que todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas, inclusive com o acompanhamento das vítimas, que receberam atendimento imediato e seguem assistidas pelas equipes da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre)", disse em nota o governo", disse em nota.
"Diante da tragédia, o Estado manifesta profunda solidariedade às famílias das vítimas, à comunidade escolar do Instituto São José e a todos os profissionais da educação impactados por este episódio. Também informa que está mobilizando equipes de apoio psicossocial para oferecer suporte aos alunos, professores e demais envolvidos", acrescentou o governo em nota.
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