O que é AMD? Conheça a história de uma das líderes nos mercados de CPUs e GPUs Operando no modelo fabless, a AMD desenvolve e projeta chips que alimentam PCs, consoles de videogame, data centers e até carros Operando no modelo fabless, a AMD desenvolve e projeta chips que alimentam PCs, consoles de videogame, data centers e até carros A Advanced Micro Devices (AMD) é uma empresa estadunidense de semicondutores, focada no desenvolvimento de chips.
CPUs Ryzen e GPUs Radeon estão entre os principais produtos da marca. AMD foi fundada em 1969 por Walter Jeremiah Sanders III e outros sete engenheiros. Embora tenha atuado como fornecedora secundária no passado, a companhia ganhou destaque com seus chips proprietários desde o início dos negócios.
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Atualmente, a empresa tem um valor de mercado estimado em US$ 579,6 bilhões, e figura entre as 20 empresas mais valiosas do mundo. A seguir, confira melhor a história da AMD e saiba em quais mercados ela atua. AMD é uma empresa de semicondutores dos Estados Unidos, especializada no desenvolvimento e design de chips.
A companhia figura como uma das líderes globais no mercado de processadores, como CPUs, GPUs e APUs. AMD é a sigla de Advanced Micro Devices, que é o nome oficial da empresa. A nomenclatura pode ser traduzida em algo como “Dispositivos Microeletrônicos
Avançados ” , e faz alusão aos chips, que são o principal negócio da companhia. Leia também: iOS 27 permitirá escolher modelo de IA na Apple Intelligence, diz site
O logo da AMD é descrito como uma seta, segundo documentos da marca. E o fato da seta estar apontada em um ângulo de 45º remete a progresso ou evolução, embora não exista confirmação oficial sobre o real significado. O que se sabe, no entanto, é que os polígonos usados no logo são “uma representação visual das tecnologias, capacidades e potencial” dos produtos da AMD, de acordo com a própria companhia.
A Advanced Micro Devices (AMD) foi fundada em 1969 por Walter Jeremiah Sanders III (conhecido como Jerry Sanders) e outros sete engenheiros. Sanders já trabalhava no ramo de semicondutores e decidiu montar o seu próprio negócio, à medida que o desenvolvimento tecnológico avançava na época. Mesmo que tenha começado como fornecedora secundária da Fairchild Semiconductor, a AMD já criava chips próprios desde o começo.
O sucesso inicial do negócio rendeu um IPO na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) somente três anos após sua inauguração, em 1972. Dez anos depois, em 1982, a AMD firmou uma parceria para ser uma fornecedora secundária de microprocessadores x86 da Intel. De um lado, a AMD se beneficiou ao obter detalhes importantes do chip da rival e conseguiu lançar chips próprios competitivos.
De outro, a Intel ficou “mordida” e se recusou a designs da próxima geração de chips. Com a rivalidade estabelecida, a Advanced Micro Devices decidiu retomar os prumos para o desenvolvimento de chips proprietários.
Já em 2006, a AMD adquiriu a ATI Technologies e expandiu sua atuação para o mercado de GPUs. E em um movimento ainda mais agressivo em 2009, a empresa decidiu encerrar sua divisão de fabricação de chips e atuar no modelo fabless, terceirizando a produção desses componentes para empresas como a TSMC. O movimento permitiu que a AMD focasse somente em pesquisa e desenvolvimento de seus produtos. Mais de tecnologia
Deu certo. Tanto que a AMD continua sendo uma das líderes em vendas de processadores que alimentam o setor de tecnologia de consumo. A rivalidade com a Intel também perdura até os dias atuais no ramo de CPUs, enquanto a Nvidia tornou-se sua principal concorrente no mercado de processadores gráficos.
Não. No passado, a AMD tinha fábricas para produzir seus próprios chips. Mas em 2009, a divisão que fabricava chips foi desmembrada da companhia e passou a operar como uma empresa independente, chamada GlobalFoundries. Leia também: Dia das Mães 2026: Motorola Edge 60 Neo (512 GB) tem oferta histórica com 51%
Hoje, a Advanced Micro Devices é uma companhia fabless, ou seja, que opera sem fábricas próprias. A AMD desenvolve e projeta o design dos chips, mas os componentes são produzidos por terceiros, principalmente pela TSMC. A AMD atua no ramo de chips, com ênfase no mercado de processadores.
A empresa desenvolve CPUs (AMD Ryzen) para notebooks, PCs e data centers; GPUs e placas de vídeo proprietárias sob a marca Radeon; e circuitos integrados e system-on-a-chip (SoC) usados em carros e sistemas de inteligência artificial. E além de hardwares, a AMD também oferece softwares e plataformas que complementam a usabilidade de seus produtos. A AMD tem um valor de mercado estimado em US$ 579,6 bilhões, segundos dados de maio da Companies Market Cap.
Isso faz com que a companhia esteja entre as 20 empresas mais valiosas da atualidade. Sim. A AMD está listada na Bolsa de Valores Nasdaq desde 2015, e suas ações são negociadas sob o ticker “AMD”.
A AMD não tem um único dono, já que qualquer pessoa pode comprar uma fatia de participação da empresa na Nasdaq. Mas gestoras de ativos como Vanguard Group, BlackRock e State Street Corporation aparecem como os principais sócios majoritários. Falando sobre gestão, Lisa Tzwu-Fang Su atualmente ocupa os cargos de CEO e presidente da AMD, sendo responsável por liderar os rumos da companhia desde 2014.
As concorrentes da Advanced Micro Devices (AMD) são empresas de tecnologia que atuam no mercado de processadores, e incluem nomes como: {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }
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