Candidato pró-Trump ganha na Colômbia por pequena margem na apuração
Ler matéria →O primeiro passo para controlar seu tempo de tela (e se manter no controle), segundo especialistas

Crédito, Getty Images
- Author, Liv McMahon
- Role, Repórter de Tecnologia
- Published Há 7 horas
- Tempo de leitura: 5 min
É uma situação familiar para muitos de nós: você pega o celular para verificar algo e, em um piscar de olhos, já se passou uma hora rolando a tela.
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Segundo um novo relatório, as pessoas estimam que mais de um terço do tempo gasto em seus celulares ocorre sem um objetivo claro.
Para a pesquisadora sênior Eleanor Drage, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, "não se trata apenas de pessoas fazendo escolhas imprudentes", mas de que somos "prejudicados pela natureza imersiva da tecnologia".
E, embora pedir que as pessoas relatem por conta própria o uso do celular possa ser pouco confiável, reconhecer os próprios hábitos é um "importante primeiro passo" para administrá-los, afirmou Pete Etchells, professor de psicologia e comunicação científica da Universidade Bath Spa, no Reino Unido. Leia também: Candidato pró-Trump ganha na Colômbia por pequena margem na apuração
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Pesquisas encomendadas pela operadora Virgin Media O2 mostraram que adultos no Reino Unido passam, em média, quatro horas por dia no celular. Desse total, 36% do tempo é gasto de forma não intencional.
O relatório das pesquisas da Virgin Media O2 também revelou que muitas pessoas conhecem ferramentas para controlar o tempo de tela, mas têm dificuldade para encontrar motivação para usá-las.
"Apesar da crescente conscientização sobre os efeitos negativos do uso habitual e excessivo de dispositivos, as pessoas têm dificuldade para gerenciar com sucesso o tempo que passam online", afirmou Drage, da Universidade de Cambridge.
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Os entrevistados relataram que a maior parte do uso do smartphone é intencional, incluindo ações como enviar mensagens, usar mapas ou consultar a previsão do tempo.
Mas os participantes das pesquisas também admitiram passar parte do tempo rolando a tela sem propósito ou alternando entre aplicativos de forma automática. Leia também: Que tipo de Colômbia representam De la Espriella e Cepeda, adversários no 2º
Ainda segundo a pesquisa, aqueles que afirmaram passar mais tempo no celular sem um motivo claro também tinham maior probabilidade de relatar experiências negativas, como se sentir pior depois do uso ou se deparar com conteúdos prejudiciais ou desagradáveis.
O relatório intitulado Age of Autopilot (A Era do Piloto Automático, em tradução livre), reuniu dados de três pesquisas realizadas entre 2024 e 2026. A mais recente ouviu cerca de 6 mil pessoas com 16 anos ou mais sobre sua relação com o tempo de tela.
Mas alguns especialistas alertam que depender de estatísticas autodeclaradas sobre uso de celular pode não capturar o quadro completo dos hábitos, do bem-estar ou das nuances do tempo de tela de cada pessoa.
Erro humano
"Nós somos muito ruins em estimar o tempo que passamos fazendo coisas, especialmente quando se trata do uso de tecnologia", afirmou Etchells, da Universidade Bath Spa.
Etchells disse à BBC que estudos mostram que estimativas autodeclaradas sobre uso de celular e tempo de tela costumam ser exageradas quando comparadas a medições objetivas, pois isso poderia criar uma "correlação inflada" caso fossem relacionadas à saúde das pessoas.
Rumo a um uso 'gerenciável'

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