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Ler matéria →A delegação mediadora do movimento islâmico palestino Hamas confirmou neste domingo ao enviado dos EUA para o Oriente Médio, Jared Kushner, seu compromisso com o início da segunda fase do plano de paz traçado para a Faixa de Gaza pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e que prevê o desarmamento das milícias palestinas, a retirada israelense do enclave e a transferência de poderes para uma nova administração palestina, a fim de dar início à reconstrução da região.
Durante o encontro realizado no Egito, a delegação do Hamas, liderada pelo chefe de seu politburo, Jalil al Haya, reafirmou a Kushner “sua concordância com o roteiro para a segunda fase do plano do presidente Trump”.
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“Este acordo decorre dos interesses do nosso povo e do desejo de alcançar um cessar-fogo permanente, a retirada total do exército de ocupação da Faixa de Gaza, a garantia de ajuda humanitária urgente e permanente, o início dos trabalhos do comitê administrativo, a reconstrução e o cumprimento dos demais direitos acordados”, informou o Hamas em um comunicado.
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O Hamas insistiu, no entanto, que os Estados Unidos devem garantir os termos do acordo de outubro na cidade egípcia de Sharm el-Sheikh e verificar se o Exército israelense se retira da Faixa à medida que as milícias se desarmam.
O movimento islâmico denunciou mais uma vez Israel e seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, por “recorrer à escalada militar no terreno, à catástrofe humanitária e até mesmo declarar sua rejeição explícita ao roteiro de paz”. Mais de economia
Fontes americanas deram a entender na semana passada que o anúncio de Netanyahu tinha, na verdade, intenções eleitorais de vista às eleições de outubro em Israel, mas Kushner quis garantir neste domingo, no Egito, que Israel se aterá aos termos do plano de paz. Leia também: Walmart registra vendas abaixo do esperado à medida que consumidores reduzem
O Hamas, por fim, agradeceu o papel do presidente Trump na obtenção do acordo de cessar-fogo e na elaboração do roteiro para a segunda fase, expressando sua esperança “de que ele continue seus esforços para pôr fim à dor e ao sofrimento do nosso povo e para alcançar a segurança e a estabilidade na região, que é um objetivo supremo que todos almejamos”.
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