Greve CPTM Linhas 11, 12 e 13 é mantida
Ler matéria →BYD Song Pro Flex é híbrido mais eficiente com etanol e tem nova suspensão por R$ 176.990 SUV médio ganha motor híbrido flex e tem maior autonomia elétrica, mas perdeu potência e desempenho Antiga promessa, o BYD Song Pro 2027 estreia com visual atualizado e motor híbrido flex. O modelo chegou a ter algumas unidades montadas no Brasil no fim de 2025 para ser usado na COP 30, mas só agora tem suas vendas iniciadas no Brasil. Os preços começam em R$ 176.990.
Preços do BYD Song Pro 2027:- BYD Song Pro Flex GL– R$ 176.990- BYD Song Pro Flex GS– R$ 199.990 Embora a BYD tenha anunciado o Atto 2 flex em junho, quem chega às lojas primeiro é o Song Pro Flex.
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Ele também usa o sistema DM-i 5.0, que combina o motor 1.5 aspirado– que agora pode queimar etanol em qualquer proporção– com um motor elétrico por meio do câmbio eCVT. De acordo com a BYD, o motor 1.5 flex demandou esforços da engenharia da marca na Alemanha, no Brasil e na China. O resultado é que este motor estaria mais eficiente quando queimando etanol do que queimando gasolina.
A principal evolução do sistema 5.0 está no gerenciamento eletrônico dos motores e, por isso, houve mudanças importantes nas entregas dos dois motores. Antes, a versão GL tinha 223 cv e a GS, 235 cv, sendo que ambos tinham torque máximo declarado de 43 kgfm. Agora, a versão GL tem 218 cv e a GS 219 cv, enquanto o torque máximo declarado é de 30,6 kgfm.
O motor 1.5 ainda gera 98 cv e 12,4 kgfm, porém o propulsor elétrico agora é outro, entregando 163 cv, contra os 197 cv do modelo anterior. | Versão | Gasolina (Cidade) | Gasolina (Estrada) Leia também: Greve CPTM ganha destaque após novo desdobramento em agradecemos
| Etanol (Cidade) |
Etanol (Estrada) | | Song Pro GL
| 16,0 km/l | 13,9 km/l | 12,1 km/l | 10,7 km/l | | Song Pro GS | 15,9 km/l | 13,5 km/l | 11,7 km/l | 10,5 km/l | A BYD deixou de somar o torque dos dois motores e passou a divulgar o torque máximo que chega às rodas, que é o torque do motor elétrico.
É algo semelhante ao que fez a Jaecoo. A bateria Blade do Song Pro GL ganhou 0,2 kWh e agora tem 13,1 kWh, enquanto o GS segue com a bateria de 18,3 kWh. Isso afeta a autonomia elétrica, que chega a 57 km e 72 km, respectivamente, segundo as métricas do Inmetro– um ganho de até 10 km.
Só que as baterias seguem sem recarga rápida: as duas suporta até 6,6 kW em corrente alternada (AC). A montadora declara autonomia combinada em ciclo NEDC, sem seguir o consumo homologado junto ao Inmetro. A autonomia com gasolina é de 1.105 km e cai para 805 km quando com etanol no mesmo tanque de 52 litros, uma redução de 27%. Mais de noticia
A busca por menor consumo pode ser a explicação para a perda de desempenho. Se antes o Song Pro precisava de 7,9 s para chegar aos 100 km/h, agora cumpre o mesmo teste em 8,6 s (GL) e 8,8 s (GS), de acordo com a BYD. A velocidade máxima caiu de 185 km/h para 180 km/h.
Suspensão ao gosto do brasileiro Até agora, o BYD Song Pro tinha um acerto de suspensão mais macio, mas que não impedia que pequenas vibrações fossem transferidas para a cabine. Isso mudou: a fabricante chinesa fez uma nova calibração para os conjuntos McPherson dianteiro e multilink traseiro para de adaptar ao gosto do brasileiro.
A promessa é uma maior capacidade de absorção de impactos, mas ainda firme de forma a garantir uma boa estabilidade. Atualizações estéticas e pacote de conectividade A dianteira do utilitário adotou a linguagem visual mais recente da fabricante. Leia também: Greve CPTM Linhas 11, 12 e 13 é mantida
A grade frontal foi redesenhada e ganhou aberturas ativas, nas laterais, que abrem-se apenas quando é necessário. Os faróis de led ganharam novos contornos e o para-choque foi completamente revisto. Na lateral, as rodas de liga-leve de 18 polegadas têm novo acabamento, enquanto a coluna C tem novo acabamento: sai o grande acabamento metalizado com texturas para dar lugar a uma peça com detalhe preto que prolonga visualmente os vidros laterais.
Na traseira, a novidade fica por conta do desenho das lanternas. Por dentro, a montadora aplicou plástico em preto brilhante no painel e integrou os comandos. O quadro de instrumentos digital mede 8,8 polegadas e atua em conjunto com a conhecida tela giratória de 12,8 polegadas.
O sistema de entretenimento agora conta com o Google Automotive Services, entregando navegação e aplicativos nativos sem a dependência de smartphone. O seletor de marchas ainda saiu do console central e foi para uma haste na coluna. A fabricante também escutou os consumidores brasileiros e retirou os materiais de acabamento claros da cabine, deixando os materiais majoritariamente pretos ou em cinza escuro.
Esta maior sobriedade também está se tornando um padrão nos BYD mais recentes. O carro permanece com vidros dianteiros duplos e laminados, solução que atua para isolar o som do vento e do motor em rotações elevadas, quando atuando como gerador em rodovias. A versão GS ainda tem teto solar panorâmico de abertura elétrica, carregador de celular por indução de 50 W e ar-condicionado com duas zonas de atuação.
O modelo também ganhou novos bancos dianteiros, com ajustes elétricos para ambos. Segurança ativa mais presente As dimensões da carroceria não sofreram grandes modificações.
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