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No mês da saúde, conheça duas doenças que não devem ser subestimadas

No mês da saúde, conheça duas doenças que não devem ser subestimadas Essas condições são frequentemente negligenciadas como " desgaste da idade", mas derrubam

No mês da saúde, conheça duas doenças que não devem ser subestimadas

No mês da saúde, conheça duas doenças que não devem ser subestimadas Essas condições são frequentemente negligenciadas como " desgaste da idade", mas derrubam a qualidade de vida e podem trazer limitações sérias de movimentos Abril, o Mês da Saúde é um convite à atenção: nem todo sintoma deve ser normalizado.

Entre as doenças musculoesqueléticas que mais passam despercebidas está a osteoartrite, conhecida popularmente como artrose, uma doença altamente prevalente, mas ainda subestimada. Estudos mostram um crescimento expressivo da condição nas últimas décadas. Entre 1990 e 2019, o número de pessoas acometida mais do que dobrou no mundo.

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No Brasil, outro dado chama atenção: muitos pacientes diagnosticados não recebem tratamento adequado nas fases iniciais, o que contribui para a progressão da doença e aumento do impacto funcional ao longo dos anos. Isso ocorre porque a osteoartrite é frequentemente confundida com um simples “desgaste da idade”, levando à negligência de seus principais sintomas: dor e limitação articular. Leia também: Mara Flávia ganha destaque após novo desdobramento em mara flávia: morte de triatleta é a segunda em provas do ironman esse ano brasileira foi encontrada sem vida dentro de lago onde ocorria etapa da

Quando não diagnosticada precocemente, pode evoluir de forma insidiosa, comprometendo a mobilidade, autonomia e qualidade de vida O diagnóstico é clínico e complementado por exames de imagem. Atualmente, a medicina entende a artrose como uma doença sistêmica, que envolve não apenas as articulações, mas também processos inflamatórios de baixo grau e fatores metabólicos.

Fatores como sedentarismo, excesso de peso e envelhecimento populacional contribuem diretamente para o aumento do número de casos. + Como é feito o manejo da osteoartrite

O manejo vai além de medicações e inclui atividade física orientada, controle de peso e fortalecimento muscular. Esse cuidado multidisciplinar contribui para a melhora da dor e da qualidade de vida, além de favorecer a adesão ao tratamento. As infiltrações intra-articulares ampliam as opções terapêuticas em casos selecionados. Mais de saude

Embora a artrose seja uma das causas mais comuns de dor articular, ela não é a única. Outra condição que também pode passar despercebida é a artrite reumatoide, uma doença inflamatória autoimune e progressiva que, quando não tratada, pode causar dor persistente, perda de função e deformidades articulares. Artrite reumatoide: sintomas que merecem atenção Diferentemente da osteoartrite, a dor da artrite reumatoide tem caráter inflamatório.

Costuma ser mais intensa pela manhã, com rigidez prolongada, piora com o repouso e melhora ao longo do dia, frequentemente acompanhada de inchaço nas articulações e, em alguns casos, com sintomas sistêmicos como fadiga. O diagnóstico precoce é fundamental. O tratamento vai além do alívio da dor: inclui medicações que controlam a inflamação e a progressão da doença. Leia também: Jovens do Reino Unido serão proibidos de comprar cigarro pelo resto da vida

Entre elas, destacam-se os imunobiológicos, terapias modernas que atuam de forma direcionada no sistema imunológico e têm transformado o prognóstico da artrite reumatoide. Mais do que dor, essas doenças impactam diretamente na autonomia dos pacientes, dificultando atividades simples, como subir escadas e fazer higiene pessoal. Em comum, reforçam uma mensagem essencial, o tempo até o diagnóstico faz diferença.

No Mês da Saúde, fica o alerta: dor nas articulações não é “normal”, reconhecer os sinais e buscar avaliação médica pode mudar completamente o curso dessas doenças. Dra. Stella Falcadi Vendramine Campos é reumatologista e membro da Sociedade Paulista de Reumatologia (SPR).

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