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'Não se justifica mais': Tebet defende fim da taxa das blusinhas em ano

'Não se justifica mais': Tebet defende fim da taxa das blusinhas em ano eleitoral Declaração foi feita durante participação de Simone Tebet no 3º Fórum Mulheres na

'Não se justifica mais': Tebet defende fim da taxa das blusinhas em ano
'Não se justifica mais': Tebet defende fim da taxa das blusinhas em ano eleitoral

Declaração foi feita durante participação de Simone Tebet no 3º Fórum Mulheres na Política nesta sexta-feira (15), em Limeira (SP).


  • Tebet defende fim da taxa das blusinhas em ano eleitoral: 'Não se justifica mais'.

  • Declaração foi feita durante participação de Simone Tebet no 3º Fórum Mulheres na Política, nesta sexta-feira (15) em Limeira (SP).

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  • Tebet ponderou que a cobrança foi importante com medida de organização da Receita Federal contra evasão fiscal.

  • Mencionou ainda que a cobrança também visava a segurança do consumidor, a partir do controle de qualidade dos produtos pelos órgãos reguladores. Leia também: Datafolha 2º turno: Lula e Flávio têm 45% das intenções de voto

  • Além, da busca pelo equilíbrio financeiro das indústrias brasileiras.

Limeira recebe fórum sobre mulheres na política com Simone Tebet

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A ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet (PSB), que integrou equipe econômica que anunciou o fim da taxa das blusinhas no último dia 12 de maio, após dois anos de cobrança, afirmou que a medida foi necessária para “organizar a casa” e que, agora, "não se justifica mais".

Questionada se considera o fim do imposto de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares uma medida para as eleições e se haveria outros caminhos para repor a arrecadação, Simone Tebet ponderou que a cobrança foi importante como medida de organização da Receita Federal contra evasão fiscal.

“Feito isso, passado esse tempo, não se justifica mais de taxa para quem compra até 50 dólares”, disse.

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A declaração foi feita durante participação de Simone Tebet no 3º Fórum Mulheres na Política, nesta sexta-feira (15), em Limeira (SP), no interior de São Paulo. O evento reuniu lideranças para debaterem a participação feminina e violência política de gênero.

"Esse é um tema relevante. O que acontecia, prejudicando inclusive as nossas indústrias, era que tínhamos grandes empresas asiáticas mandando mercadorias como se fossem pessoa física, até 50 dólares. Quando na realidade, enviava a pessoas jurídicas, valores altíssimos, sem pagar impostos. Foi necessário organizar a casa. A Receita Federal falou ‘você quer vender?’ Então, vamos organizar, cadastra o seu produto", descreveu. Leia também: Datafolha: 39% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; 30% como ótimo ou bom

Além disso, mencionou que a cobrança também visava a segurança do consumidor, a partir do controle de qualidade dos produtos pelos órgãos reguladores.

Simone Tebet participou de encontro em Limeira para debater presença das mulheres na política — Foto: Reprodução/EPTV

Competição desleal

“Isso foi apenas necessário para colocar ordem na casa, para não prejudicarmos as empresas nacionais, o pequeno comércio brasileiro que estava tendo uma competição desleal”, argumentou.

Vamos falar na realidade dos fatos, a pessoa que pode pegar um avião e ir para fora, ela nem tem, fala que é 500 dólares sem pagar imposto. É muito mais do que isso. Porque se compra uma roupa de marca, de R$ 5 mil ou R$ 10 mil, considerada de uso pessoal, não paga imposto nenhum. Então, não tem sentido você querer cobrar imposto de quem ganha até 50 dólares e encarecer”, comparou.

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