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Jenny Gross
Jason Karaian
Rich Barbieri
The New York Times
O tráfego marítimo no estreito de Hormuz continuou a se recuperar durante o fim de semana, embora as passagens pela via permaneçam significativamente abaixo dos níveis anteriores à guerra com o Irã.
Mais embarcações começaram a navegar depois que Estados Unidos e Irã concordaram no mês passado com um cessar-fogo temporário e iniciaram negociações para um fim mais duradouro do conflito, que estrangulou as exportações de energia.
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Nos últimos dias, mais navios estavam entrando no golfo Pérsico do que saindo dele, uma mudança em relação às semanas recentes, quando o tráfego era dominado por navios deixando a região, segundo a empresa de dados marítimos Kpler.
A recuperação do tráfego no estreito, cujos produtores de petróleo usam cujos produtores de petróleo usam para atender aos mercados globais para atender aos mercados globais, ajudou a aliviar os preços. O cartel petrolífero OPEP+ aumentou a pressão de baixa sobre os preços ao anunciar no domingo que planejava bombear mais petróleo bruto.
A durabilidade de um acordo de paz entre EUA e Irã "determinará se a economia global terá um impulso desinflacionário impulsionado pela energia ou absorverá um segundo choque do petróleo", avaliou Ryan Sweet, economista-chefe global da Oxford Economics. Leia também: Governo quer adotar regra automática para mudar teto de juros do consignado
De sexta-feira (3) a domingo (5), 108 navios passaram pelo estreito de Hormuz em ambas as direções —21 navios a menos que nos três dias anteriores, segundo a Kpler.
O tráfego havia aumentado significativamente a partir de 20 de junho, por volta de quando o acordo preliminar entre EUA e Irã entrou em vigor. Os operadores de navios recuaram logo depois, quando forças iranianas atacaram embarcações que passavam pelo estreito sem sua permissão. Antes da guerra, mais de 100 navios por dia passavam rotineiramente pelo estreito.
Autoridades americanas insistiram que as condições de navegação no estreito devem retornar ao que eram antes da guerra, quando os navios viajavam quando os navios viajavam de forma livre e sem taxas de forma livre e sem taxas.
No acordo que o Irã fechou com o presidente Donald Trump no mês passado, Teerã prometeu abrir o estreito em troca do fim de sanções e outras pressões sobre o Irã por parte dos EUA. O Irã disse que não cobraria taxas por 60 dias e que trabalharia com Omã e outros estados da região "para definir a futura administração e os serviços marítimos" do estreito. Omã disse que havia proposto a cobrança de um pagamento dos navios que passam pelo estreito em conjunto com o Irã.
Cerca de 300 a 400 embarcações com aproximadamente 6.000 marinheiros permaneciam retidas no golfo Pérsico, disse nesta segunda a porta-voz da OMI (Organização Marítima Internacional), Natasha Brown. Mais de economia
Segundo ela, o número de navios que deixou o golfo na última semana ainda é limitado, com uma média de cerca de 11 embarcações saindo do estreito por dia entre 27 de junho e 5 de julho. "Os navios têm conduzido suas próprias avaliações de risco e coordenando com os estados costeiros relevantes", afirmou.
O Irã disse que espera que os navios passem pelo estreito ao longo de sua própria costa, não do lado oposto, próximo a Omã. Os dados de navegação mais recentes parecem mostrar que mais navios na última semana tomaram a rota iraniana do que a rota omanense, onde as embarcações frequentemente receberam ajuda das forças militares dos EUA.
As passagens recentes estavam aproximadamente divididas entre as duas rotas. A rota tradicional pelo meio do estreito é considerada perigosa devido ao risco de minas colocadas pelas forças militares do Irã. Leia também: ASSISTA AOS GOLS: Bélgica arrasa com os EUA e frustra manobra de Trump na Copa
Muitos navios desligam o GPS antes de navegar pelo estreito, dificultando a identificação precisa das rotas e uma visão completa dos volumes de tráfego.
O preço do petróleo Brent, referência global, ficou estável nesta segunda-feira (6), na casa de US$ 72 o barril. O Brent tem oscilado em torno desse patamar, próximo aos preços anteriores à guerra, há mais de uma semana.
Os preços da gasolina não se movem em sincronia com o petróleo bruto, geralmente seguindo aumentos ou quedas com atraso. Os preços da gasolina nos EUA estavam estáveis nesta segunda, com uma média nacional de US$ 3,80 o galão, segundo o clube automobilístico AAA. O custo para os motoristas nas bombas subiu 27,5% desde o início dos combates.
Os mercados de ações, por sua vez, têm ignorado o conflito. Os mercados de ações, por sua vez, têm ignorado o conflito o conflito, com fortes resultados corporativos e o entusiasmo pela inteligência artificial impulsionando as Bolsas para cima. O S&P 500 subiu cerca de 0,7% nesta segunda, sinalizando mais ganhos para o índice que recentemente registrou seu melhor desempenho trimestral em seis anos.
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