Após 'tapa', esposa de Macron nega dar o braço para o marido
A cena viralizou em maio do ano passado: a primeira-dama da França, Brigitte Macron, dando um tapa no rosto do presidente Emmanuel Macron antes do desembarque do avião no Vietnã. Veja acima.
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Quase um ano depois, o jornalista Florian Tardif, da revista Paris Match, revelou na quarta-feira (13) que a suposta agressão foi resultado da descoberta de uma conversa que o líder teve com seu "amor platônico".
"Durante vários meses, Macron manteve uma relação platônica com mensagens que iam muito além do que se pensava, segundo fontes próximas a mim", disse Florian Tardif. Leia também: Vorcaro, rachadinha e milícia: os fantasmas que rondam a campanha 'moderada' de
"Isso causou tensão no casal, que culminou nessa cena privada que se tornou pública", afirmou o repórter em entrevista à rádio RTL.
Segundo Tardif, autor do livro "Un Couple Presque Parfait" (Um Casal Quase Perfeito, em tradução livre), Brigitte Macron teria dado um tapa no presidente devido a uma discussão.
O incidente teria sido motivado pela suposta relação "platônica" que Macron mantinha com a atriz franco-iraniana Golshifteh Farahani.
O vídeo do tapa, divulgado por várias agências de notícias estrangeiras e amplamente compartilhado nas redes sociais, mostra o presidente Macron tendo o rosto empurrado na entrada da aeronave, antes do desembarque em Hanói, onde o chefe de Estado iniciava uma turnê pelo Sudeste Asiático.
Quando o presidente percebe que está sendo filmado, ele sorri e faz um rápido aceno com a mão. Mais de mundo
O Palácio do Eliseu, sede da presidência francesa, descreveu a cena, registrada pela agência Associated Press, como um "momento de cumplicidade".
Um ano depois, o livro do jornalista da revista Paris Match, publicado nesta quarta-feira, aprofunda-se no ocorrido, apresentando uma versão diferente. Leia também: 'Crise de proporções ainda incalculáveis': como a imprensa internacional
'Ela jamais deveria ter lido'
"Uma mensagem que ela jamais deveria ter lido", afirma um amigo próximo do casal citado pelo autor.
"O que magoará Brigitte não é tanto o conteúdo da mensagem, mas o que ela implicava: uma possibilidade. Uma porta entreaberta para um mundo que ela pensava controlar. Nada tangível, nem verdadeiramente condenável, mas a mera ideia de que tal coisa pudesse ter existido foi suficiente", declara o repórter.
À época, o Palácio do Eliseu primeiramente negou a existência do tapa, que acabou sendo confirmado posteriormente como sendo apenas "uma briguinha de casal".
A atriz Golshifteh Farahani em novembro de 2025 — Foto: Patrick Baz/Qatar Creates/Factstory via AFP
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