Matriarca da família Poncio compartilha diagnóstico de hematoma subcoriônico; entenda Alteração pode acontecer em qualquer idade, mas ajuda a chamar atenção para os cuidados extras em uma gestação aos 50 anos A influenciadora Simone Poncio, conhecida nas redes como a matriarca da família que mantém ao lado do pastor Márcio Poncio, vem usando seu perfil para as realidades da gestação que vivencia em um momento atípico da vida: com dois filhos já adultos, ela espera um novo bebê aos 50 anos.
Simone tem contado também sobre os cuidados extras que a idade demanda frente a uma gravidez considerada de risco mais alto. Ela já foi diagnosticada, por exemplo, com um hematoma subcoriônico, um acúmulo de sangue entre a placenta e a parede uterina. Entenda melhor o quadro de Simone Poncio e os cuidados necessários para uma gestação 50+.
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O que é (e como surge) o hematoma subcoriônico O hematoma subcoriônico ocorre quando há um acúmulo de sangue sob a membrana do córion, situada entre a parede uterina e o saco amniótico. Essa alteração está relacionada há um descolamento da membrana, que nem sempre tem uma causa clara, mas pode estsr associada a fatores como: - Gravidez originada de uma fertilização in vitro (FIV) - Hipertensão - Histórico de infecções pélvicas - Doenças autoimunes ou alterações hormonais e vasculares - Traumas físicos próximos à região uterina Leia também: Rosuvastatina e atorvastatina ganha destaque após novo desdobramento em
O quadro pode ser completamente assintomático e só ser detectado casualmente em exames de imagem realizados ao longo do pré-natal. Mas, quando há sinais do hematoma subcoriônico, eles podem ser bastante assustadores, já que costumam incluir dor abdominal ou pélvica e sangramento vaginal. Apesar da preocupação despertada pelos sintomas (que exigem uma visita imediata ao obstetra, pois podem ser indicativo de problemas mais graves), o hematoma subcoriônico, por si só, não costuma trazer complicações para a maior parte das gestações.
Em muitos casos, ele não exige qualquer abordagem específica e pode até mesmo regredir espontaneamente alguns dias. Quando o sangramento é maior, é comum a recomendação de repouso e abstinência sexual até que o escape se reduza. De todo modo, o hematoma demanda acompanhamento médico para se certificar de que não está trazendo riscos à gravidez.
Algumas situações pontuais podem exigir intervenções cirúrgicas, dependendo do tamanho e localização exata do hematoma, entre outros fatores. A melhor abordagem varia conforme o caso e requer avaliação individualizada. Riscos de uma gravidez 50+ Mais de saude
Qualquer gestação após os 40 anos é considerada de risco mais elevado, com os perigos se acentuando conforme os anos passam. Isso não quer dizer que a gravidez seja inviável ou que sempre vá trazer complicações, mas demanda um acompanhamento médico ainda mais frequente e presente do que em outros contextos. Situações como o diabetes gestacional, a placenta prévia e abortos espontâneos podem ocorrer em qualquer idade, mas são mais frequentes em gestantes mais velhas.
O mesmo ocorre com a presença de problemas de saúde preexistentes que, embora não tenham idade para ocorrer, costumam aparecer mais conforme a idade passa, como a pressão alta (que aumenta os riscos de pré-eclâmpsia). Algo parecido acontece com o hematoma subcoriônico: ele pode aparecer em qualquer tipo de gestação e, por si mesmo, não está diretamente associado a uma gravidez 50+. Leia também: Lotes trocados da Cimed: quais os riscos para quem consumiu os medicamentos
Entretanto, ele tende a ser mais comum nessa etapa devido à presença de outros gatilhos que se tornam mais comuns com o envelhecimento, como a hipertensão ou a necessidade de recorrer à FIV em função da redução natural da fertilidade. No caso de Simone Poncio, ela revelou que sua gravidez foi resultado de um procedimento de reprodução assistida, não só pela própria idade, mas também porque o marido já havia passado por uma vasectomia anos mais cedo. Os avanços da medicina têm permitido que a gestação seja cada vez mais segura mesmo em idades que, no passado, traziam riscos ainda maiores de complicações.
Tenha sempre uma conversa franca com seu médico sobre os perigos envolvidos e cuidados necessários para minimizá-los – e, se for uma gestação planejada, faça isso antes mesmo de engravidar, garantindo um acompanhamento atento desde o início.
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