A jovem Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, filha de diplomatas, faleceu no domingo (17) após ser vítima de um atropelamento por van no último sábado (16), em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro. Sua mãe, a diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak, que estava com ela e também foi ferida, se recupera em cadeira de rodas, enquanto um entregador também sofreu lesões (segundo o G1). Em meio ao luto, os pais de Mariana, Ibrahim Abdul Hak Neto e Ana Patrícia, embarcaram nesta terça-feira (19) para São Paulo, onde ocorrerá o velório da filha, que havia se mudado para a capital fluminense para iniciar um novo emprego.
O Trágico Acidente e o Luto da Família
O acidente ocorreu na esquina das ruas Visconde de Pirajá e Vinicius de Moraes. Mariana e sua mãe foram atingidas por uma van na calçada. Segundo relatos do pai, Ibrahim Abdul Hak Neto, Mariana foi pressionada contra um poste e não resistiu aos ferimentos (conforme G1). Ambas foram socorridas e levadas ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas a jovem veio a óbito no dia seguinte. Leia também: Brasil na Copa de 2026: Seleção convocada, jogos e novidades
No Aeroporto Santos Dumont, antes do embarque para São Paulo, Ibrahim Abdul Hak Neto expressou a profunda dor da família. “A dor é dupla, pois é uma dor que é física e é a dor emocional de perder o filho”, disse o diplomata, visivelmente abalado. Ele descreveu a filha como “uma fonte de alegria, de amor, de juventude”, uma presença que trazia “música, a dança, as piadas, a alegria” para casa. Para ele, Mariana foi “um anjo que Deus me deu”, e o casal conviveu com ela por mais de 20 anos, buscando agora agradecer por esse tempo e evitar pensar no futuro (de acordo com o G1).
O Sonho de Mariana no Rio de Janeiro
Mariana Tanaka Abdul Hak havia acabado de desembarcar no Rio de Janeiro na manhã do sábado do acidente, vinda do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão. Ela morava na Europa com seus pais, ambos diplomatas, e havia viajado por diversos países. Sua decisão mais recente era “se enraizar finalmente no seu próprio país”, o Brasil, e o Rio de Janeiro era a cidade escolhida para fincar raízes (segundo o G1).
A jovem administradora havia sido contratada para trabalhar no escritório carioca da L’Oréal. No dia do acidente, após deixar as malas em seu novo apartamento em Ipanema, ela saiu para passear com a mãe, Ana Patrícia, que havia vindo ao Rio para auxiliá-la na mudança. Um simples passeio que se transformou em tragédia. Leia também: Panorama de Notícias: Segurança, Investimentos e Resgates Internacionais Mais de noticia
A Recuperação da Mãe e a Despedida
A diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak se recupera dos ferimentos do atropelamento em uma cadeira de rodas. Apesar de ter sido “poupada do dano maior” em comparação com a filha, ela está bastante machucada, conforme explicou seu marido. Na manhã desta terça-feira (19), ela foi vista sendo empurrada por Ibrahim no Aeroporto Santos Dumont, enquanto se preparavam para seguir para São Paulo, onde o velório de Mariana seria realizado (informou o G1).
O que se sabe até agora
- Mariana Tanaka Abdul Hak, 20 anos, morreu após ser atropelada por uma van em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro.
- O acidente ocorreu no último sábado (16), quando Mariana e sua mãe foram atingidas na calçada.
- A mãe, a diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak, também ficou ferida e se recupera em cadeira de rodas.
- Um entregador também sofreu lesões no mesmo incidente.
- Mariana havia chegado ao Rio para iniciar um novo emprego na L’Oréal e realizar o sonho de fixar raízes no Brasil.
- Os pais da jovem, diplomatas Ibrahim e Ana Patrícia, embarcaram para São Paulo nesta terça-feira (19) para o velório.
A interrupção precoce da vida de Mariana, que buscava fincar raízes e construir um futuro no Brasil após anos morando no exterior, ressalta a fragilidade da vida e o impacto devastador de tragédias urbanas. A dor da família diplomata, que se viu de luto e ferida em um momento de novos começos, lança luz sobre a importância da segurança no trânsito e do respeito à vida.
