Jiboias em Infestação no Recife Assustam Moradores da Ilha Joana Bezerra
Ler matéria →Em convenção, Lula elogia Getúlio e cita foco na Defesa para evitar invasão Petista lançou oficialmente candidatura para reeleição durante evento neste domingo (2) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou oficialmente neste domingo (2) a candidatura para reeleição ao Palácio do Planalto. O evento do PT (Partido dos Trabalhadores) ocorreu na zona norte de São Paulo e contou com a presença de apoiadores, como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT).
Em seu discurso, o mandatário mencionou em diversos momentos o ex-presidente Getúlio Vargas, em comparação às políticas voltadas aos trabalhadores e à inclusão social, e teceu elogios à conduta do ex-político. Segundo ele, as conquistas trabalhistas necessitam de "sindicato forte", em referência às medidas dos últimos anos, como o fim da contribuição sindical obrigatória. "
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Vocês vão perceber que tem dois momentos importantes de inclusão social nesse país: o primeiro, do Dr. Getúlio Vargas, que não era operário, era um fazendeiro. Com a criação do salário mínimo em 1936, tirou o povo da botina para o salário. Depois, em 1943, com a criação da CLT, que tirou o povo da semiescravidão, que deu direito, deu jornada de trabalho, deu férias, deu um monte de coisa para nós, que hoje muita gente acha ruim: 'ah, a CLT é ruim, é tudo coisa velha'.
Procura uma coisa mais nova. Procure", declarou. Em discurso no sábado (1º), na convenção do PT na Bahia, o presidente também citou o ex-mandatário, em termos similares à fala deste domingo.
Lula e Getúlio lideram a lista dos chefes do Executivo que mais ficaram no poder, com o ex-presidente na casa dos 18 anos de comando, enquanto o petista se aproxima do fim de seu 12º ano de mandato. Investimentos contra invasão estrangeira Também em sua fala, Lula voltou a reforçar a importância de investimentos na indústria de defesa do Brasil. Leia também: Jiboia: Animal Silvestre é Resgatado Dentro de Secretaria do Meio Ambiente no
Segundo ele, o setor deve ser destacado para que "ninguém invada o país para levar o presidente". " Nós precisamos investir na defesa.
Quero estar preparado para que ninguém invada o país para levar o presidente", disse o petista. Em janeiro, o governo dos Estados Unidos fez uma operação na Venezuela que culminou com a extradição do então presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, Cilia Flores. Eles seguem presos no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, à espera de um julgamento pelos EUA que deve iniciar em junho de 2027.
No processo atual, Maduro é acusado de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e conspiração. O ex-presidente e sua esposa se declaram inocentes. O reforço na indústria de defesa tem sido uma constante nas falas recentes de Lula, enquanto a questão da defesa da soberania nacional tem sido tida como mote da campanha.
No dia 24 de julho, o petista defendeu investimentos para "ninguém meter o nariz no país". Ele afirmou haver "loucos pelo mundo querendo fazer guerra" e disse que os investimentos em defesa não podem ser algo "secundário". "
Quero ela [as Forças Armadas] bem preparada do ponto de vista de poderio, de armamento, de conhecimento científico e tecnológico para que a gente possa andar de cabeça erguida, sem nenhuma arrogância, falando em paz, mas preparado para não deixar ninguém meter o nariz no nosso país", disse em agenda em Jacareí (SP). "Ou vota em mim ou bate na mulher" O presidente Lula também voltou a fazer fortes críticas aos casos de violência contra as mulheres. Mais de noticia
Em seu discurso, o mandatário admitiu que o país ainda não chegou ao patamar indicado para diminuir os casos, mas que vê processos nas medidas tomadas pelo governo. Em sua avaliação, o mundo estaria "acabado"— em comparação ao processo de criação do planeta— quando ocorrer a mitigação das ocorrências do tipo: " Deus levou sete dias para fazer o mundo e ainda não acabou, porque só vai acabar no dia em que a gente acabar com gente ruim no mundo, sobretudo com a violência de homem contra a mulher nesse país".
Na sequência, Lula rechaçou o apoio vindo de agressores nas urnas, ao declarar não ver problemas em perder alguns votos desse grupo. Lula declarou: " O cara vai ter que escolher: ou ele vota em mim ou ele bate na mulher".
" O PT [Partido dos Trabalhadores] tem que ter coragem, o meu governo tem que ter coragem de dizer em alto e bom som. Não tem problema que eu perca algum voto, mas não é necessário e não é possível. Leia também: PT lança candidatura de Lula à reeleição
O cara vai ter que escolher: ou ele vota em mim ou ele bate na mulher. Se bater na mulher, não precisa votar em mim. Pega a sua mão e vota em quem você quiser", completou.
Briga contra emendas parlamentares Em outro momento do discurso, Lula deu um recado para o Congresso e afirmou que, se chegar a um quarto mandato, irá lutar contra emendas e fundo partidário. "
Minha quarta presidência é para mudar muita coisa nesse país, vai ter briga com emenda parlamentar, com papel que hoje tem o Legislativo", disse. O político afirmou que o cargo de presidente está tendo os direitos enfraquecidos no Brasil. "
Não posso permitir que o presidente da República vá perdendo seus direitos, de indicar agência, de indicar ministro da Suprema Corte, do Cade. Qual é o direito que vai ter o presidente? Nenhum.
Vai ter de ter briga democrática para fazer uma mudança nesse país". Além disso, Lula também declarou que irá buscar uma mudança sobre o fundo partidário. "Sou triste com a política de hoje.


