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Rádio Observador. Edição da Uma com Miguel Videira. O secretário de Estado Adjunto e da Educação revela que ainda há algumas dezenas de pedidos de reapreciação de exames da primeira fase que ainda não estão fechados.
Os resultados deviam ser conhecidos ontem. Sem avançar com o número em concreto, Alexandre Homem Cristo revela que, em alguns casos, tal não foi possível.
Leia no AINotícia: Entretenimento: O que marcou a semana | Panorama Folha
Estamos a falar de casos também de uma dimensão muito reduzida.
Quantos casos é que são neste universo de mais de 20 mil?
Estamos a falar de algumas dezenas, abaixo de 0,5%. Importa salientar que qualquer aluno, independentemente do momento em que receba a classificação, ou mesmo, neste caso aqui, a reapreciação, tem igual condição para aceder no seu processo de candidatura ao ensino superior e, portanto, todos os prazos para esses alunos contarão a partir do momento em que recebem as suas classificações ou as suas reapreciações. Leia também: John Carpenter, mestre do terror, lança HQ sangrenta e diz que música é maior
Não ficarão impossibilitados de se candidatarem à primeira fase do acesso à ensino superior.
De maneira nenhuma.
Sobre as razões que impediram a divulgação destas reapreciações, destas dezenas de casos, Alexandre Homem Cristo avança com alguns exemplos e razões para que tal não tenha sido possível.
Por exemplo, faltar algum item, ou pelo menos faltar alguma folha, ou haver alguma necessidade de rever a digitalização. Mas, na maior parte dos casos, estamos a falar de situações mais administrativas, que é algum elemento da documentação que não estava devidamente submetido, ou mesmo submissões tardias. Por exemplo, houve até escolas que sinalizaram ao Júri Nacional de Exames terem, por lapso, não enviado as reapreciações para o júri.
No caso dos exames nacionais, o secretário de Estado Adjunto e de Educação revela que também há casos pontuais de atrasos na divulgação das notas, nada que impeça uma avaliação global positiva da segunda fase dos exames nacionais. E afinal, o que mudou da primeira para a segunda fase? Mais de entretenimento
Teve a ver com, da primeira para a segunda fase, um processo de monitorização que nós apertamos para garantir que antes de cada passo estavam reunidas todas as garantias de que não haveria nenhum tipo de desconformidade na digitalização, nos ficheiros PDF e na identificação dos convencionais, neste caso, o convencional é o número que reconhece o aluno.
O que mudou da primeira para a segunda fase. Alexandre Homem Cristo, secretário de Estado Adjunto e da Educação, foi o convidado explicador desta manhã.
Luís Neves vai ser julgado no Tribunal de Contas na sequência do pagamento de viagens ao Brasil. O Observador revela agora que a PJ levou 23 elementos ao Rio de Janeiro por suspeitas de corrupção no consulado português e com o alegado envolvimento de grupos de crime organizado. Leia também: Entretenimento: O que marcou a semana | Panorama Folha
Luís Neves já tinha justificado a despesa e as irregularidades detectadas pelo Tribunal de Contas com viagens feitas no âmbito de uma operação urgente de combate ao crime organizado transnacional. Ora, o Observador revela agora que a despesa tem a ver com um caso que remonta a 2023 e que resultou em mais de uma centena de diligências em Portugal e no Brasil, e que contou com a cooperação internacional da Polícia Federal brasileira. O Observador sabe que se trata da operação Agendódromo. Estavam em causa suspeitas de alegada prática dos crimes de corrupção passiva e ativa, que envolvem não só o consulado português no Rio de Janeiro, como também grandes organizações criminosas, como o Primeiro Comando da Capital. O Observador sabe também que os argumentos invocados pelo ministro em relação ao julgamento no Tribunal de Contas estão em linha com o contraditório apresentado pela Polícia Judiciária durante a auditoria do mesmo organismo.
Entretanto, na análise a estas polémicas em torno do ministro da Administração Interna, Rogério Alves considera que é inevitável a saída do ministro do governo.
O convidado de "Iuvensoaré", da Rádio Observador, o antigo bastonário da Ordem dos Advogados, considera que começam a faltar argumentos para manter Luís Neves no Executivo.
Independentemente da maior venialidade ou culpa das pessoas, etc, o problema que se está aqui a criar é objetivo. Quer dizer, tem raiz subjetiva, tem raiz em comportamentos subjetivos, mas objetivamente está a inviabilizar a ação do ministro. Quer dizer, neste momento, o tempo do ministro, as alusões ao ministro, a razão pela qual se fala do ministro, o espaço público dedicado ao ministro, tem tudo a ver com patologias. Portanto, começa a ser difícil, objetivamente, creio eu, e até subjetivamente, que ele esteja concentrado e focado na missão para a qual foi colocado.
A opinião manifestada esta manhã aqui na antena do Observador pelo advogado Rogério Alves, foi o convidado da edição de sábado de "Iuvensoaré".
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