Saude: 7 a 0
Ler matéria →Fiquei um bom tempo sem jogar um jogo do Homem-Aranha, então quando fui jogar esse em 2014, eu tinha até me esquecido da sensação de liberdade que me provocava. Naturalmente muito boas lembranças acabaram por serem despertadas, como, por exemplo, a lembrança do jogo de Playstation 1, que apesar de eu não considerar o mais divertido de todos, sem sombra de dúvidas foi o jogo do herói que mais me marcou. Aqui é colocado uma bela quantidade de elementos já apresentados anteriormente, incluindo as aventuras em cenários fechados que já vimos tanto, como nas entranhas da Oscorp, e o cenário aberto que se tornou algo bem normal e muito bem-vindo em jogos do herói, formando inclusive um padrão de ser visto por muito tempo, e que foi quebrado apenas por Spider-Man Shattered Dimensions, mas logo retornou em outros jogos do aranha.
Aqui é colocado uma bela quantidade de elementos já apresentados anteriormente, incluindo as aventuras em cenários fechados que já vimos tanto, como nas entranhas da Oscorp, e o cenário aberto que se tornou algo bem normal e muito bem-vindo em jogos do herói, formando inclusive um padrão de ser visto por muito tempo, e que foi quebrado apenas por Spider-Man Shattered Dimensions, mas logo retornou em outros jogos do aranha. A história tem início apresentando algo que já conhecemos tanto, que é um assalto e o comerciante pedindo ajuda de Peter, que diz que não tem nada a ver com aquilo, mas o assaltante acaba matando o tio Ben, fazendo com que o mesmo parta em busca do bandido e essa busca se expande por dois anos, que é quando começa mesmo a história com você controlando o Homem Aranha, e assim deve seguir pistas, mas é aí que a história começa a se aprofundar de um jeito um tanto diferente, te colocando para cruzar com um serial killer que deixa em sangue as letras CK e é conhecido na mídia como "Carnage Killer". Tenho que assumir que eu gostei muito da forma que isso foi conduzido, afinal sempre costumo ver o homem aranha de uma forma um tanto "reluzente", apesar de ser um herói que gosto muito, sempre vi suas histórias de uma maneira mais suave, só que isso de se ter um psicopata vagando por aí deu um toque bastante especial de mistério que até então não lembro de ter sentido em outro jogo do herói.
Leia no AINotícia: Saúde: Destaques sobre Joelho, Traqueia e Depressão
A jogabilidade te dá aquela deliciosa liberdade que o jogo do herói costuma dar, você é colocado na cidade de Nova Iorque em um ambiente aberto e pode vagar livremente graças as teias. É simplesmente maravilhosa a sensação de se balançar pelos lugares, pegar impulso, se lançar, todos os fãs de jogos em mundo aberto naturalmente se empolgam com as possibilidades. O combate ficou um tanto compacto nesse jogo, tendo apenas um botão de ataque e um botão de se desviar, e a combinação dos mesmos com botões de movimentos geram combos, por exemplo, se você saltar e apertar o botão de ataque, ele irá soltar teia no inimigo e se puxar contra ele.
Mas apesar de ser só um botão existe uma grande variedade de movimentos muito fluída, gerando um belo espetáculo visual, ainda mais se você sabe usar no momento certo o botão de desviar, fazendo com que o herói dê cambalhotas, saltos mortais, passe por cima dos inimigos, entre outras coisas. O jogo ainda conta com várias possibilidades interessantes que te faz se sentir no controle, você pode lançar teia nas armas dos inimigos e desarmá-los, pode correr pela parede, pode incapacitar inimigos chegando de forma furtiva, entre outras coisas. O jogo também dá àqueles não tão habilidosos uma chance de agirem de forma rápida, pois existe um botão que deixa tudo em câmera lenta, quase pausado onde você pode olhar bem tudo ao redor e dependendo de onde estar a mira, será o próximo movimento do herói.
Por exemplo, se você mirar em uma parede, ele irá direto pra ela, permitindo fazer fugas muito rápidas de lugares perigosos se você usar essa opção, indo para um lugar, pausando, indo para outro, pausando. O mesmo pode ser feito em combate, por isso você pode mirar em um inimigo e soltar o botão para que o herói ataque e após isso fazer o mesmo e assim ver tudo com calma, admirando os movimentos do personagem. Por exemplo, se você mirar em uma parede, ele irá direto pra ela, permitindo fazer fugas muito rápidas de lugares perigosos se você usar essa opção, indo para um lugar, pausando, indo para outro, pausando. Leia também: Hart se destaca ganha destaque após novo desdobramento em josh hart se destaca
O mesmo pode ser feito em combate, por isso você pode mirar em um inimigo e soltar o botão para que o herói ataque e após isso fazer o mesmo e assim ver tudo com calma, admirando os movimentos do personagem. A cidade mais uma vez está bastante viva, com carros, pessoas e crimes acontecendo, o que é bem legal, porém ao nível de um jogo em mundo aberto, é notável que existe uma certa limitação. Sendo assim o mundo aberto acaba sendo mais para uma sensação de liberdade momentânea, não acaba te prendendo por tanto tempo que te faz perder a noção, você apenas se diverte, mas acaba indo pra missão principal.
Nas ruas há incêndios onde você pode salvar pessoas, criminosos tentando assaltar lugares, fugas de carros da polícia, e uma força especial tecnológica colocada pela prefeitura para livrar as ruas de vigilantes e criminosos. Você tem um nível de popularidade pela mídia, sendo assim você pode usar o seu sentido aranha para descobrir onde há crimes e escolher entre ajudar ou não, sendo que há consequências, se o seu nível heroico tiver negativo, as forças especiais te caçarão, se você falhar em resolver algum crime que tentou ajudar, J. Jonah Jameson irá te massacrar na mídia, já se você conseguir salvar o dia, verá notícias falando sobre o que você faz. O personagem ainda pode evoluir habilidades com pontos que vai ganhando durante o jogo.
Nas ruas há incêndios onde você pode salvar pessoas, criminosos tentando assaltar lugares, fugas de carros da polícia, e uma força especial tecnológica colocada pela prefeitura para livrar as ruas de vigilantes e criminosos. Você tem um nível de popularidade pela mídia, sendo assim você pode usar o seu sentido aranha para descobrir onde há crimes e escolher entre ajudar ou não, sendo que há consequências, se o seu nível heroico tiver negativo, as forças especiais te caçarão, se você falhar em resolver algum crime que tentou ajudar, J. Jonah Jameson irá te massacrar na mídia, já se você conseguir salvar o dia, verá notícias falando sobre o que você faz. O personagem ainda pode evoluir habilidades com pontos que vai ganhando durante o jogo.

Os gráficos do jogo são bem legais, apesar disso podem pesar um bocado variando de computador para computador, especialmente em momentos de muita ação e movimento, como o personagem se move em alta velocidade entre os prédios, o motion blur apesar de dar um belo efeito de passagem do personagem, pode também ser um aperto para computadores mais simples. Enfim, esse é um jogo que vi algumas pessoas falando sobre não ter gostado, mas eu realmente não entendo o que acham de tão ruim nos jogos do herói, a sensação de liberdade é tão intensa, a diversão é enorme. Se você é do tipo que adora o personagem, certamente esse é um que vai valer a pena, infelizmente não vende na Steam, mas vendem keys da Steam desse jogo no G2A.
Dê uma conferida no preço que tá lá, clicando aqui. O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como os desse post, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock. Veja mais coisas interessantes aqui. Mais de saude
E tem conteúdo exclusivo nas redes sociais: Jogos do Homem-Aranha O Homem-Aranha sempre teve uma ligação muito forte com videogames. Desde os tempos dos arcades, computadores antigos e consoles de 8 bits, o personagem da Marvel apareceu em adaptações que tentavam capturar aquela sensação de escalar paredes, lançar teias e enfrentar vilões clássicos de Nova York.
Em várias épocas diferentes, o cabeça de teia acabou servindo como uma espécie de retrato da evolução dos próprios jogos de super-herói, passando por fases simples em 2D, mundos abertos gigantescos, beat ‘em ups, jogos de ação cinematográfica e até experiências mais sombrias inspiradas nos quadrinhos. Nos anos 80, muitos games do Homem-Aranha surgiam em computadores como Commodore 64, Atari 8-bit, ZX Spectrum e Amstrad CPC. Eram produções limitadas pela tecnologia da época, mas já brincavam com a ideia de escalar prédios e enfrentar vilões como Duende Verde, Doutor Octopus e Mystério.
Em 1982 surgiu Spider-Man para Atari 2600, um dos jogos mais antigos do personagem. A proposta parecia simples, mas para aquele período já existia a tentativa de fazer o jogador subir edifícios usando teias enquanto desviava de inimigos. Isso acabou ficando marcado para muitos fãs como um dos primeiros contatos entre Marvel e videogames. Leia também: Saúde: Destaques sobre Joelho, Traqueia e Depressão
Durante os anos 90, o Homem-Aranha começou a aparecer em mais jogos de ação, especialmente nos consoles da Sega e Nintendo. Spider-Man and the X-Men in Arcade's Revenge chamou atenção por misturar personagens dos X-Men com o amigão da vizinhança. Pouco depois vieram títulos como Spider-Man and Venom: Maximum Carnage e Spider-Man and Venom: Separation Anxiety.
Esses jogos usavam o estilo beat ‘em up clássico, muito popular naquela época graças a games como Streets of Rage, Final Fight e Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time. Maximum Carnage ficou especialmente famoso pelo visual inspirado diretamente nos quadrinhos da Marvel e pela presença de Carnificina, Venom, Demolidor, Capitão América, Gata Negra e outros personagens conhecidos. Também foi nos anos 90 que começou a crescer o lado mais sombrio das histórias do Homem-Aranha nos games.
O sucesso das HQs envolvendo Venom, simbiontes e clones influenciou bastante os jogos daquele período. Spider-Man: Web of Fire, lançado para Sega 32X, entrou nessa linha mais agressiva. Ao mesmo tempo, os desenhos animados ajudavam a popularizar personagens como Rei do Crime, Escorpião, Rhino, Abutre, Electro e Lagarto, fazendo com que os jogos tentassem incluir cada vez mais referências ao universo da Marvel.

Em 2000 aconteceu um dos momentos mais importantes da história dos jogos do Homem-Aranha. Spider-Man, lançado para PlayStation, Nintendo 64, Dreamcast e PC pela Neversoft, virou praticamente um divisor de águas. Muita gente lembra até hoje da abertura narrada por Stan Lee, das fases cheias de plataformas e da atmosfera inspirada nos quadrinhos clássicos.
O game trazia vilões como Venom, Carnificina, Doutor Octopus e Mystério, além de usar dublagens marcantes e uma jogabilidade muito mais dinâmica do que os títulos anteriores. Como o PlayStation tinha grande popularidade, o jogo acabou apresentando o Homem-Aranha para uma geração inteira de jogadores. A continuação Spider-Man 2: Enter Electro também ficou bastante conhecida, mesmo passando por mudanças por causa dos acontecimentos de.

