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Funcionários chineses ensinam IA a trabalhar e depois são mandados embora

Funcionários chineses ensinam IA a trabalhar e depois são mandados embora Empresas na China exigem que trabalhadores mapeiem tarefas em plataformas de inteligência

Funcionários chineses ensinam IA a trabalhar e depois são mandados embora

Funcionários chineses ensinam IA a trabalhar e depois são mandados embora Empresas na China exigem que trabalhadores mapeiem tarefas em plataformas de inteligência artificial antes de dispensá-los discretamente. Empresas na China exigem que trabalhadores mapeiem tarefas em plataformas de inteligência artificial antes de dispensá-los discretamente. Na China, um novo roteiro de reestruturação corporativa tem marcado o primeiro semestre de 2026.

Funcionários estão registrando todos os seus fluxos de trabalho em sistemas de inteligência artificial e, logo em seguida, acabam perdendo o emprego. Segundo investigação da Reuters, esse movimento de “demissões silenciosas”, que substitui profissionais por agentes virtuais, seria a manobra encontrada pelas grandes companhias para atender à pressão governamental por mais produtividade, sem gerar alarde. A estratégia contrasta com a adotada por empresas ocidentais.

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Enquanto companhias como a Meta atraem atenção ao anunciar demissões em massa associadas à adoção de IA, muitas empresas asiáticas estariam congelando vagas e eliminando contratos de forma gradual para evitar os holofotes. A legislação trabalhista chinesa impede que as empresas demitam um grande número de funcionários de forma repentina. Pelas regras do país, qualquer companhia que planeje cortar mais de 10% de sua força de trabalho precisa obter aprovação prévia do governo.

Em pelo menos três casos recentes, tribunais decidiram contra empregadores que demitiram equipes apenas para colocar sistemas de IA no lugar. Para não chamar a atenção das autoridades, os cortes estariam acontecendo a conta-gotas. Na prática, o alvo prioritário da reestruturação hoje são os departamentos de marketing e atendimento ao cliente.

Para acelerar a virada tecnológica, usar inteligência artificial virou quase obrigação nessas empresas. Os principais setores afetados são os de marketing e atendimento ao cliente. Em algumas companhias, gerentes passaram a ranquear o desempenho das equipes com base no consumo de tokens— a unidade que mede o poder computacional gasto nas interações com a IA.

Quem usa pouco corre risco de demissão. É nesse cenário de pressão que ocorre o download do conhecimento humano para a máquina. Ferramentas como o OpenClaw, um agente virtual com rápida adoção na China, e o Wukong, plataforma da Alibaba desenhada para automatizar tarefas de vendas e desenvolvimento de software, devoram os processos mapeados pelos próprios funcionários. Mais de tecnologia

Dias depois, essas plataformas assumem a função de quem as ensinou. O impacto desse avanço agressivo já pode ser medido, e o cenário não é animador. Segundo projeções do Citibank, o panorama para a força de trabalho chinesa é o seguinte: Leia também: Galaxy Watch 8 LTE (40 mm) tem menor preço já registrado com 55% OFF na Amazon

De acordo com a Reuters, a mídia estatal tenta conter o pânico publicando artigos que garantem que a IA “não roubará o sustento dos cidadãos”. No entanto, no app RedNote, rede social que funciona como uma espécie de Instagram local, a hashtag “ansiedade da IA” já acumula milhões de visualizações. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif %

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