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O que diferencia esta Copa do Mundo das anteriores? Pela cidade, a tradição se mantém: ruas pintadas, vitrines decoradas, expectativa alta e a torcida em clima de contagem regressiva. Na seleção, alguns rostos novos. Fora das quatro linhas, porém, a disputa se acirrou. A corrida para completar o álbum de figurinhas está mais disputada — e cara — do que nunca neste ano.
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Na loja da Panini, o álbum oficial sai por R$ 24,90 na versão simples e a R$ 74,90 na de capa dura. E cada pacotinho sai por R$ 7. O público demonstrou o interesse ainda durante a pré-venda, quando o site oficial ficou fora do ar devido à alta procura. Não por acaso. Esta é a maior edição já lançada para Copas do Mundo, com 980 figurinhas, 68 delas especiais, o que representa um acréscimo de 310 cromos em relação ao álbum anterior.
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Parcerias com empresas impulsionam vendas
O iFood também firmou colaboração com a Panini para vender álbuns e figurinhas pelo aplicativo. O resultado já supera em mais de 26 vezes o registrado em 2022, quando 252 mil itens foram comercializados ao longo da campanha.
Dados atualizados da plataforma, revelados ao EXTRA, mostram que entre 30 de abril e 27 de maio foram vendidos 6,7 milhões de itens entre pacotes de figurinhas e álbuns. Considerando apenas os pacotinhos a R$ 7, o valor movimentado chega a R$ 46,9 milhões. Leia também: J&J mostra resultados positivos de medicamento para câncer de próstata
Parte do sucesso passa pela rapidez. Um dos diferenciais do delivery é a promessa de entregas em até dez minutos. A média é de 14 pacotes por compra. São Paulo lidera o ranking de pedidos, seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.
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Ana Gabriela Lopes, vice-presidente de Marketing da plataforma, revelou que a adesão do público superou até mesmo as projeções mais otimistas antes do lançamento.
A Americanas também entrou forte na disputa. Em entrevista, a head comercial da companhia, Mariana Figueiredo, contou que a empresa colocou à disposição mais de 60 milhões de figurinhas em mais de 1.400 lojas, além dos canais digitais. Até 22 de maio, já haviam sido vendidas 23 milhões de unidades. Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco lideram as vendas.
A estratégia da varejista foi apostar na experiência completa, tanto on-line quanto presencialmente. Nas lojas físicas, a proposta foi transformar os espaços em ambientes temáticos, ampliando a conexão emocional dos consumidores com a Copa do Mundo. Mais de economia
— A venda de figurinhas foi, sim, uma das prioridades da operação, tanto pelo potencial de fluxo nas lojas quanto pelo forte apelo emocional da categoria entre consumidores de diferentes perfis — afirma Mariana.
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Segundo Mariana, o planejamento foi dividido em três fases. A primeira, iniciada em maio, é focada na preparação para a Copa, com destaque para televisões, álbuns de figurinhas e decorações. A segunda começa em junho, voltada para a experiência dos jogos dentro de casa, impulsionando itens como snacks e bebidas. Leia também: Flávio Dino sofre acidente doméstico e vai desfalcar nova edição do
— A proposta é transformar a ida à loja em um momento de descoberta de novos produtos e interação com o universo do futebol, incluindo ambientações temáticas e espaços instagramáveis em unidades selecionadas — conta.
Outra parceria veio do McDonald’s. A rede de fast food, patrocinadora oficial da Copa do Mundo, se uniu à Panini para distribuir mais de 15 milhões de pacotinhos especiais em suas unidades.
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Para a campanha, foi criado um combo temático, que inclui o lanche acompanhado de um pacote de figurinhas. Também é possível comprar o pacote avulso por R$ 5. Clientes cadastrados no programa de fidelidade Meu Méqui ainda podem trocar pontos por pacotes de figurinhas.
Experiência presencial continua forte
A caça aos cromos, claro, não acontece apenas no mundo digital. Completar um álbum passa também pelas tradicionais bancas de jornal, que seguem até hoje como grande ponto de encontro dos torcedores.
Pontos de trocas
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