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Ex-chefe da Red Bull na F1, Christian Horner surge no paddock da MotoGP e levanta dúvidas sobre futuro

O sábado da MotoGP em Jerez de la Frontera foi marcado por uma aparição curiosa

Ex-chefe da Red Bull na F1, Christian Horner surge no paddock da MotoGP e levanta dúvidas sobre futuro
Christian Horner, Red Bull Racing

O sábado da MotoGP em Jerez de la Frontera foi marcado por uma aparição curiosa. Em meio a dúvidas sobre um possível retorno à Fórmula 1, o ex-chefe da Red Bull, Christian Horner, marcou presença no paddock do Mundial de Motovelocidade, alimentando especulações sobre um possível interesse em adquirir uma equipe do grid.

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Horner esteve presente no GP da Espanha ao lado do CEO da F1, Stefano Domenicali, e ambos foram vistos no paddock na manhã de sábado. O britânico passou a última sessão de treinos do fim de semana na garagem da Honda, onde foi visto conversando com o CEO da HRC, Koji Watanabe.

Horner construiu um forte relacionamento com a alta direção da Honda durante seu tempo na F1, com a fabricante japonesa levando a Red Bull a quatro títulos de pilotos e dois títulos de equipes na década de 2020.

O executivo de 52 anos não esconde seu desejo de retornar à F1, provavelmente por meio da aquisição de participação acionária, com a Alpine surgindo como uma oportunidade atraente para ele no início deste ano. No entanto, a MotoGP também continua sendo uma opção viável, especialmente após a aquisição da Dorna Sports pela Liberty Media no ano passado.

Questionado se estava interessado em comprar uma equipe de MotoGP, Horner disse ao canal oficial da MotoGP: “Sempre fui um grande fã da MotoGP e, como tenho um tempinho livre, achei que seria uma boa oportunidade de vir aqui dar uma olhada no campeonato. Obviamente, [a MotoGP] está sob nova administração agora, assim como a Fórmula 1, e é ótimo ver as motos e como elas evoluíram".

 

“A última vez que estive em uma corrida de MotoGP foi em Estoril, em 2005, então já faz um tempo. Acho que é um momento realmente interessante para a MotoGP. Ela também está passando por um período de mudanças sob nova administração. Por isso, eu quis vir aqui e ver um pouco por mim mesmo". Leia também: Endrick para na trave, mas Lyon vence o Auxerre pelo Francês

“É uma corrida fantástica. É um grande espetáculo. Os pilotos são incríveis e as motos são incríveis. Só quando você vê ao vivo é que consegue apreciar o quão insanas essas máquinas são. Acho que, como esporte, tem muito a oferecer. Então, espero que o pessoal da Liberty, com a experiência que tem na F1, consiga aproveitar isso".

“Sei que o Stefano é muito apaixonado. Estou aqui com ele hoje. Então, haverá algumas sinergias aí".

A aquisição da Dorna pela Liberty, no valor de 4,2 bilhões de euros, colocou a MotoGP sob o mesmo guarda-chuva da F1, com ambos os campeonatos agora sendo negociados na NASDAQ.

Há precedentes de pessoal transitando entre os dois paddocks, sendo o CEO da Aprilia, Massimo Rivola, o exemplo mais notável de um engenheiro de F1 que encontrou sucesso na MotoGP.

Mas espera-se que a aquisição da Liberty acelere esse processo, particularmente na propriedade das equipes, com a empresa de mídia americana ajudando a extrair mais valor da MotoGP. Mais de esporte

Stefano Domenicali of Italy and CEO of Formula 1 and Carmelo Ezpeleta of Spain and CEO of Dorna Sports

Stefano Domenicali, da Itália, CEO da Fórmula 1, e Carmelo Ezpeleta, da Espanha, CEO da Dorna Sports

Foto: Gold and Goose Photography / LAT Images / via Getty Images Leia também: Atual campeão em Madri, Ruud arrasa na estreia e perde apenas um game

O ex-chefe da Haas, Guenther Steiner, já está apostando nesse retorno sobre o investimento, tendo liderado um consórcio que assumiu a equipe satélite da KTM, Tech3, em setembro.

Ao contrário da F1, onde cada equipe deve construir seu próprio chassi e outras peças listadas, exigindo assim um grande investimento em instalações, a MotoGP permite que equipes independentes comprem motos totalmente montadas dos fabricantes e operem em menor escala.

Equipes e fabricantes estão atualmente negociando melhores condições financeiras com a Dorna como parte do próximo contrato comercial, que deve entrar em vigor em 2027.

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