Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Muito boa tarde, seja bem-vindo a mais uma edição de " O Campeão É", a atualidade desportiva em destaque a partir de agora, com a ajuda dos comentadores Gabriel Alves, Augusto Inácio e Pedro Henriques.
Eu sou o Nelson Ferreira. Muito boa tarde, campeões. Vamos falar de Liga dos Campeões.
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O Arsenal é o primeiro finalista, eliminou ontem o Atlético de Madrid, fica à espera do que dá esse PSG-Bayern de Munique de mais logo, uma eliminatória que está 5 x 3 a favor da armada portuguesa de Paris. Ainda nas notícias do futebol, o Porto comprou a totalidade do passe de Kiwior, defesa central do Futebol Clube do Porto, que depois desse empréstimo do Arsenal, fica definitivamente no Dragão por 19 milhões de euros. Há também notícia em Espanha do portal "
Ex diário", que diz que José Mourinho, Jorge Mendes e Florentino Pérez têm mantido reuniões por videoconferência na qual estarão a discutir o futuro imediato de Mourinho e do Real Madrid. Sejam bem-vindos, campeões. Vamos começar por este Arsenal de novo na final da Champions.
É a segunda vez na sua história. Começo aqui pelo Gabriel Alves. Gabriel, este Arsenal tem hipótese de vencer a prova, finalmente, depois desta segunda chegada ao jogo decisivo? Leia também: uefa europa league
A presidência artificial vai dizendo isso, que ele é o principal candidato. Vamos aguardar. Pelo que mostrou ontem, não mostrou grande coisa.
Em relação a este jogo, na sua globalidade, estou muito de acordo com o Senna, antigo jogador, antigo craque do futebol, que disse que queria chamar a UEFA para cancelar o jogo e nomear o PSG e o Bayern já como finalistas. Bom, é evidente que errou do todo. Naturalmente que o futebol tem esta envolvência diversificada, nem tudo é igual, porque se fosse todos que estivessem no amarelo, o que é que seria das outras cores?
Mas, na verdade, aquilo foi um jogo onde duas equipas em termos táticos jogaram a sua partida. O Arsenal marcou, é verdade, esteve à beira de o fazer por uma segunda vez. Guendouzi não conseguiu.
O Atlético de Madrid a perder, naturalmente, não teve capacidade para virar os acontecimentos. Se tivesse marcado primeiro, as coisas talvez pudessem ser de outra forma, mas isso é o que é. O que é, é o que aconteceu.
De resto, eu gostaria de ouvir o Pedro Henriques sobre aquela arbitragem, porque está a correr mundo. E numa UEFA, numa prova da UEFA, numa meia-final da Champions, tanto me dá que seja a favor de um ou a favor do outro, contra um ou contra o outro. Um árbitro não pode, e com o VAR ainda por cima, na minha opinião, eu gostaria de ouvir o Pedro Henriques, que a minha opinião é muito negativa em relação ao árbitro. Mais de noticia
Vamos a isso. Pedro Henriques, não fizemos sem falta deste Arsenal-Atlético de Madrid, mas são de fato lances que merecem a tua opinião e a tua análise? Posso dar, mas eu estou mais focado.
Já vou falar. Para já, uma coisa que é importante: quando é que o Porto foi campeão europeu? Foi em 1986, se não estou em erro.
Não foi a última vez, foi 86. 87. 87, desculpe. Leia também: mcdonald's
Está aqui uma pessoa que esteve lá e pode confirmar. Exatamente, 87. Isto por causa das palavras que foram ditas, tipo por decreto, para passarem já o PSG e o Bayern de Munique como campeões europeus.
Se calhar, nessa altura também diziam que o Bayern de Munique também era campeão europeu. E o Porto chegou lá e com aquele gol de calcanhar e outras coisas bonitas, ganhou. Portanto, o futebol tem esta utopia.
Sabemos isso perfeitamente, que não são favas contadas. E quando chegamos a uma final, tudo é possível, mesmo com aquilo que todos nós dizemos, que para mim vai ser o Bayern de Munique na final, mas acho que é mais equipa neste momento. Mas diria que o Bayern de Munique, ou o Paris Saint-Germain que vá à final, sendo favoritos por tudo e mais alguma coisa, não são favas contadas.
É uma final, e uma final muitas vezes tem essas circunstâncias. Em relação à arbitragem de ontem, não correu bem. Eu não me foco tanto, sobretudo há lá um lance de agressão, de murro para trás ou o que queiram chamar, essa talvez aquela que possa, não sei se é esse lance que também corre em termos internacionais, ou que pelo menos está a ocorrer como um dos lados negativos, porque depois tivemos ali uma série de situações de contactos na área que a nível da UEFA não se marcam.
É tão simples quanto isso. E, portanto, possíveis pontapés de penalti, em jogadas de contacto na área, aquilo não se marca. Agora, aquele lance em termos disciplinares podia mudar o rumo, que seria uma expulsão ao jogador do Arsenal.
