Segundo o G1, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) propôs a aplicação de medidas corretivas e abriu o caso para consulta pública. A decisão foi tomada após a conclusão de uma investigação que apontou práticas 'irrazoáveis' do governo brasileiro, como decisões judiciais, tarifas e desmatamento. Leia também: Lotomania: resultado do concurso 2931
Detalhes da investigação
A investigação, iniciada em por determinação do presidente Donald Trump, identificou irregularidades e barreiras comerciais distribuídas em seis eixos principais: Comércio Digital e Serviços de Pagamento, Tarifas Preferenciais Desleais, Desmatamento Ilegal, Acesso ao Mercado de Etanol, Proteção da Propriedade Intelectual e Combate à Corrupção.
Medidas propostas
O USTR propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre todas as mercadorias do Brasil, com algumas isenções, como materiais informativos, doações e uma lista específica de produtos. Aeronaves e peças de aeronaves brasileiras, terras raras, produtos químicos orgânicos, produtos farmacêuticos e fertilizantes também estariam isentos. Leia também: Homem flagrado filmando mulher no banho Mais de noticia
O que se sabe até agora
- A investigação foi iniciada em por determinação do presidente Donald Trump.
- O USTR propôs a aplicação de medidas corretivas e abriu o caso para consulta pública.
- A decisão é resposta a práticas 'irrazoáveis' do governo brasileiro, como decisões judiciais, tarifas e desmatamento.
- O prazo legal para a tomada das medidas corretivas expira em .
- O governo americano mantém um diálogo intenso com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ainda há divergências substanciais.
As implicações dessa decisão podem ser significativas para o comércio entre os dois países e para a economia brasileira. Segundo o G1, a aplicação de tarifas de 25% sobre as mercadorias brasileiras pode afetar a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional.
