Big techs exploram e vendem nossas vulnerabilidades emocionais, diz
Ler matéria →EUA bombardeiam alvos no Irã após ataque a navio no Estreito de Ormuz

Crédito, Reuters
- Author, Bernd Debusmann Jr
- Role, Repórter da Casa Branca
- Published Há 35 minutos
- Tempo de leitura: 4 min
Os Estados Unidos realizaram ataques contra alvos no Irã depois que o presidente Donald Trump acusou Teerã de cometer uma "violação insensata" da trégua, após um ataque a um navio cargueiro no Estreito de Ormuz.
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Em resposta, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que atingiu instalações de armazenamento de mísseis e drones, além de posições de radar na costa iraniana nesta sexta (26/6).
O Centcom classificou os ataques como "uma resposta poderosa" ao ataque com drones.
"A agressão injustificada das forças iranianas contra a navegação comercial violou claramente o cessar-fogo", afirmou o comando em comunicado. Leia também: Big techs exploram e vendem nossas vulnerabilidades emocionais, diz
"Além disso, o comportamento perigoso do Irã compromete a liberdade de navegação em um dos mais importantes corredores do comércio internacional."
O Centcom informou que as Forças Armadas dos EUA "continuarão fornecendo coordenação e apoio para garantir a passagem segura de embarcações comerciais que transitam pelo estreito".
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês) responsabilizou os Estados Unidos e Israel pelo ataque.
Em comunicado divulgado na noite desta sexta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês) afirmou que "o regime americano, que viola acordos, mais uma vez descumpriu seus compromissos e realizou um ataque aéreo contra a costa iraniana, sob o pretexto de que um navio teria violado uma rota não autorizada no Estreito de Ormuz".
E ameaçou: "Se a agressão se repetir, nossa resposta será ainda mais ampla do que isso." Mais de mundo

Crédito, Getty Images
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A Guarda Revolucionária também acusou o "regime sionista"— referência a Israel— de violar o cessar-fogo no Líbano.
A declaração ocorre no mesmo dia em que Israel e o Líbano assinaram, em Washington, um acordo-quadro para um plano de paz. Apesar do cessar-fogo em vigor, confrontos esporádicos entre forças israelenses e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, continuaram recentemente no sul do Líbano.
Teerã fechou o Estreito de Ormuz depois do início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, no fim de fevereiro.
A interrupção da navegação pela rota estratégica para o transporte de petróleo e gás provocou uma disparada nos preços internacionais do petróleo e afetou o fluxo de outras commodities essenciais, como fertilizantes.
Em 17 de junho, Estados Unidos e Irã firmaram um memorando de entendimento com 14 pontos para encerrar as hostilidades. O acordo previa, entre outros compromissos, que o Irã faria todo o possível para garantir, durante 60 dias e sem cobranças, a passagem segura de embarcações comerciais pelo estreito.
O Estreito de Ormuz
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