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Em ligação com presidente do Republicanos, Cleitinho confirma candidatura

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) anunciou, pela terceira vez, que será candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026

Em ligação com presidente do Republicanos, Cleitinho confirma candidatura ao

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) anunciou, pela terceira vez, que será candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A declaração foi feita na noite desta sexta-feira (7), durante uma coletiva na Praça do Santuário, no Centro de Divinópolis, no Centro-Oeste do estado. O anúncio reuniu apoiadores, lideranças políticas e eleitores.

Cleitinho vinha protagonizando uma série de idas e vindas em relação à candidatura e chegou a anunciar, nesta semana, que não disputaria o governo de Minas. Em ligação de vídeo com o presidente nacional do partido, Marcos Pereira, Cleitinho agradeceu pela candidatura. "

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Presidente, quero agradecer por ter confiado em mim. Estou passando um momento difícil, mas o soldado vai ferido para a guerra, pois eu sei que terei milhões de soldados me defendendo em Minas Gerais", disse Cleitinho. Em nota, o Republicanos afirmou que o presidente nacional do partido decidiu autorizar a candidatura de Cleitinho, após o senador reconhecer os equívocos cometidos durante o processo, apresentar formalmente suas desculpas à legenda e se comprometer a levar sua candidatura até o fim.

Veja a íntegra abaixo. O candidato a vice-governador na chapa será o ex-prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão, também do Republicanos. Presente na coletiva e apontado como possível candidato ao governo de Minas Gerais, Marcelo Aro (Progressistas), confirmou que disputará uma vaga no Senado.

Cleitinho anunciando a candidatura ao governo de Minas Gerais durante coletiva de imprensa em Divinópolis.— Foto: TV Integração/Reprodução Leia também: Ciclone-bomba pelo Brasil ganha destaque após novo desdobramento em morte

Ainda durante o anúncio, Cleitinho afirmou que, se eleito, governará para todos. " Estou aqui pelo meu pai, pela minha mãe, pelo meu irmão que não está mais aqui.

É pelos professores, pela Polícia Militar, é pela enfermagem, é pela segurança pública, é por todo trabalhador, é pelo empreendedor, é pelo produtor rural, é pelos gays. É para todos que estão em Minas Gerais". Horas antes do novo anúncio, o deputado federal Euclydes Pettersen, presidente estadual do Republicanos, publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que havia ido a São Paulo para conversar com o presidente nacional da legenda, Marcos Pereira, sobre a situação de Cleitinho.

Pettersen afirmou que pediu ao dirigente nacional que permitisse a candidatura do senador. “Vim até São Paulo para tratar de um assunto que está mexendo com o povo mineiro. Pedi ao Marcos Pereira, presidente nacional do Republicanos, que dê a vaga ao Cleitinho e deixe o povo mineiro decidir”, afirmou.

Reviravoltas na candidatura Líder nas pesquisas de intenção de voto, Cleitinho foi lançado como pré-candidato ao governo de Minas, mas adiou sucessivamente a decisão sobre a disputa. A ata da convenção estadual do Republicanos em Minas Gerais deixou em aberto a possibilidade de o partido registrar candidaturas após o prazo final das convenções partidárias, encerrado nesta quarta-feira (5).

O documento aprovado pelos convencionais delegou ao presidente estadual da legenda, Euclydes Marcos Pettersen Neto, “amplos poderes” para decidir e registrar, inclusive após 5 de agosto, candidatos aos cargos de governador, vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual. A autorização inclui ainda o preenchimento de vagas, substituição de candidatos e indicação de nomes por partidos ou federações coligados. A ata do Republicanos-MG registra que o partido discutiu lançar o senador Cleitinho como candidato ao governo de Minas, mas a definição ainda dependia de uma decisão do próprio político. Mais de noticia

A escolha do candidato a vice-governador também ficou pendente. Na segunda-feira (3), o senador apareceu chorando em um vídeo e afirmou que não disputaria o governo mineiro. O Republicanos também informou que ele não seria candidato.

No dia seguinte, porém, durante a convenção nacional do partido, em Brasília, Cleitinho voltou atrás e pediu ao presidente nacional da legenda, Marcos Pereira, para ser candidato. O pedido foi negado pelo dirigente, que afirmou que a fase deliberativa da convenção já havia sido encerrada. Sobre as reviravoltas na candidatura, Cleitinho disse que vive momento difícil devido à perda do irmão mais novo e isso o fez mudar de ideia algumas vezes.

" Quem nunca teve emoção na vida? Quem nunca chorou? Leia também: Fim da novela ganha destaque após novo desdobramento em política fim da novela

Quem nunca teve uma perda? O que estou passando, só minha família sabe. Eu voltei atrás sim, quem nunca voltou atrás?

Todas as vezes que eu precisar voltar atrás, terei a humildade de voltar". Veja a cronologia envolvendo a candidatura de Cleitinho abaixo: Cronologia da candidatura de Cleitinho- Fevereiro e agosto de 2025:

Antes mesmo de oficializar uma pré-candidatura ao governo de Minas, Cleitinho já aparecia como um dos principais nomes da disputa estadual. Levantamentos divulgados em fevereiro e agosto de 2025 mostravam o senador na liderança das intenções de voto, consolidando-se como favorito em uma possível candidatura ao Executivo mineiro.- Março de 2026: pré-candidatura confirmada

Em 2 de março, o Republicanos confirmou a pré-candidatura de Cleitinho Azevedo ao governo de Minas Gerais. Na ocasião, a assessoria do senador também confirmou a pré-candidatura e informou que a decisão final sobre o cargo a ser disputado seria anunciada até abril. O senador havia sido eleito por Minas Gerais em 2022, com mais de 4,2 milhões de votos.

Antes, em 2018, foi eleito deputado estadual.- Abril de 2026: liderança nas pesquisas e candidatura ainda indefinida Em abril, a pré-candidatura de Cleitinho Azevedo ganhou força nas pesquisas. Levantamento Quaest divulgado pelo g1 em 28 de abril mostrou o senador na liderança em todos os cenários em que aparecia na disputa pelo governo de Minas Gerais, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

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