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Pré-candidatos da direita à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC) estiveram em fórum no litoral de São Paulo, neste sábado (23).
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Eles defenderam uma agenda de reformas econômicas e criticaram o atual cenário político do país, com ênfase na necessidade de superar a polarização e reorganizar a relação entre Executivo, Congresso e Judiciário.
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Renan Santos, Ronaldo Caiado e Aldo Rebelo (à direita) — Foto: Reprodução Leia também: Advogado Daniel Bialski surge nos bastidores como nome cotado para defesa de
Pré-candidatos da direita à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC) defenderam em fórum no litoral de São Paulo, neste sábado (23), uma agenda de reformas econômicas e criticaram o atual cenário político do país, com ênfase na necessidade de superar a polarização e reorganizar a relação entre Executivo, Congresso e Judiciário. O evento foi no Guarujá (SP) e reuniu empresários do setor público e privado. Caiado participou da agenda por vídeo.
Em um vídeo apresentado durante o evento, Caiado lamentou não estar presente devido às condições do tempo necessárias para conseguir pousar no litoral paulista. Ele destacou a importância de saber exatamente o que um pré-candidato tem para mostrar para o Brasil, destacando que a maneira de impedir que o PT volte ao poder "é fazer um governo de entregas com aprovação popular".
"Os temas relevantes que devem ser confrontados no momento em que um presidente da República assume o país. Um combate claro à corrupção, um combate claro à violência que assola o país, as facções cada vez mais ocupando o território brasileiro, isto demonstrando a preocupação num primeiro momento. Pacificando o país para que a gente possa governar em paz, saindo dessa polarização que não acrescenta nada, pelo contrário, empobrece o debate político no país. Mostrando alternativas para o país poder ser competitivo no cenário internacional", afirmou Caiado.
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Renan criticou os últimos dois governos que comandaram o Brasil e ressaltou a necessidade de superar a polarização. Ele disse que o país tem que ser uma das cinco maiores nações do mundo em 30 anos, começando pela área da despesa para "dar um choque de credibilidade nas contas públicas". Leia também: Panorama Político: STF, Congresso e Transparência em Destaque
"O Judiciário tem que cumprir apenas o papel de guardião da Constituição e de ator que discute temas abstratos ligados à questão da constitucionalidade, e não mais como última instância do processo legislativo. E mais, ministros do STF não podem ter escritórios ligados a eles fazendo negócio por aí, todo mundo sabe que isso ocorre. Decisões monocráticas têm que acabar, tem que haver filtro de entrada, são 8 mil ações que rolam no STF brasileiro, enquanto na Suprema Corte americana são 50. Nós temos que criar uma corte que cuide do tal do foro privilegiado", destacou o pré-candidato.
Rebelo afirmou que o problema do país não é de capital e investimento, mas de "interdição institucional". De acordo com ele, a reforma do Judiciário tem que começar com uma emenda à Constituição Federal, que "tem que ser apresentada no primeiro dia do governo".
"Quando o Brasil atravessou a regência, com guerras civis simultâneas, o Dom Pedro II chamou o Marquês de Paraná e disse que fazia um gabinete de conciliação. O país voltou a crescer, teve paz, fez ferrovias. O Brasil precisa de um governo de conciliação, um governo de união nacional, que não vai sepultar as diferenças, elas vão continuar existindo, mas será que o país não tem nada em torno do que se unir? Será que retomar o desenvolvimento não une o país? Empresário, trabalhador, classe média, será que reduzir desigualdades não une o país?", afirmou o pré-candidato.
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